sábado, 5 de julho de 2008

PROPOSTAS & ATITUDES - 15




Oficio 011107
Aracaju 06 de Novembro de 2007


Senhor Presidente,


Cumprimentando Vossa Senhoria, venho reportar quanto ao Oficio 122/2007 de 20 de Agosto, relativo ao questionamento da Área da Proposta de Tombamento de Mocambo em Porto da Folha.
Informo que a proposta se insere na área titulada pelo INCRA que engloba toda a região remanescente.

Respeitosamente,



José Severo dos Santos
Conselheiro

PROPOSTAS & ATITUDES - 14


PROPOSTA 01/11/07


TRANSFERÊNCIA DO CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA.

Que após ouvido os pares do Conselho Estadual de Cultura, seja dada tramitação para aprovação do preito de que trata a proposta: Transferência do Conselho Estadual de Cultura, do prédio da Biblioteca Pública Epifânio Dôrea, para o prédio do Palácio do Governo no centro da cidade.



Justificativa:

Com a transferência da sede do poder executivo, o prédio do Palácio do Governo de Sergipe, patrimônio do povo sergipano, pode abrigar o Conselho Estadual de Cultura até a sua sede definitiva, emprestando seus espaços para as expressões culturais patrocinadas pelo Conselho em representação do universo cultural sergipano a disposição da comunidade em espaço central, facilitando o ingresso de todos os núcleos de saber: Erudito; Clássico; Popular e Acadêmico, possibilitando a inclusão cultural
a todas os níveis.


Aracaju, Sala do Conselho em 06 de Novembro de 2007




José Severo dos Santos
Conselheiro

PROPOSTAS & ATITUDES - 13



Aracaju, 23 outubro de 2007.

Nota de Esclarecimento aos Conselheiros.

Pensando em Sergipe, penso o Negro, objeto de minhas preocupações. As nossas Condições e Questões passam por problemas de continuidades absolutas e da nossa condição individual, onde o status de classe perpassa a verdadeira situação de Gênero e Raça olvidada pela ação individualizada, principalmente quando se aloja nos espaços de poderes.

A falta de representação é questionada na medida em que não se promove mudanças ou acentuam os indicadores dos problemas a um diagnóstico do conjunto dos elementos norteadores de reflexões para produção de Políticas Públicas capazes de estabelecer parâmetros ás ações reparadoras.

As nossas organizações, dependentes dos poderes públicos, ainda não elaboraram uma estratégia de autonomia e independência nos debates das idéias, nas soluções dos problemas e na construção da identidade, por conta das “Elites Negras” que se excluem das questões do coletivo.

O Conselho Estadual de Cultura, como os demais órgãos oficiais, pensa Sergipe pela ótica dominante e exclui o negro de suas ações. É um instituto de expressão eurocêntrica, onde o fator da cultura se repousa na erudição da cultura branca e assim, reproduz a hostilidade da sociedade”intelectual”nos espaços de poderes, sem admitir a existência de uma cultura negra que cristaliza a sergipanidade e resiste as intempéries do ostracismo.

Viver Sergipe é viver condicionado a ótica do poder, e este poder não pensa negro, não lhe dar visibilidade e lhe é hostil em toda sua instância. Romper esta barreira silenciosa tem sido o propósito de muitos e a dedicação de poucos que se insurgem aqui e ali, parando para respirar ou encontrar instrumentos, refazer discursos ou simplesmente vociferar e ser banido pelo sistema, transformado em “Persona non gractia”, como eu que ajo como penso.

Nestes espaços, há sempre uma brecha e sempre, simpatizantes que sem se expor, facilitam a expressão do discurso, de ações, provocações, afim de produzir reações favoráveis e positivas.

O Conselho Estadual de Cultura, Instituto de fundamental importância para os debates das idéias e expressões de mudanças de atitudes e comportamentos para o alinhamento do Estado ao clamor do negro, se vê desaparelhado, desestruturado e desmotivado para o manifesto e reage negativamente, as provocações de Severo D’Acelino, único representante Preto, nestes seus 40 anos de existência.


Será preciso outros 40 anos, para que o Preto, seja levado a sério e respeitado como representante da maioria da população deste Estado que teima em jogar seu racismo, debaixo do tapete. e manter cristalizada a filosofia paternalista, numa Ode a Casa Grande

Uma apologia a ideologia branqueadora e paternalista, onde o negro até hoje é visto pela visão JURIDICA e não FILOSOFICA, um juridicismo de visão estreita, julgando ter feito muito pelos Pretos, quebrando suas correntes. Não tem a coragem de transformar o Antigo Escravo em Homem Livre emancipado e seu igual, o que é Filosófico, a leitura e reflexão das problemáticas, a prática da Humanidade.

Ainda hoje, o branco não admite a Igualdade antes ao negro(principalmente o Preto), seu antigo escravo, pois sua mentalidade de senhor é mais forte e impede o ato através dos preconceitos, não aceita a autonomia independência e consciência do negro forçado a pensar branco.

O Preto e o Índio, vítimas do etnocidio branco, ( sem espaços na mídia, propriedade dos Usineiros escravagistas; do Estado teocrático partidárizado e dos Evangélicos mercantilistas, que cassam nossas vozes violando os nossos direitos de expressões, mas que querem nossos votos e submissão, o que haveremos de desconstruir), devem ter assentos, voz, votos e representatividades no Conselho Estadual de Cultura, independente dos seus status, instruções, classes, e concepções ideológicas. E serem respeitados como pessoas e representante de sua comunidade sem nenhum embargo da ideologia dominante. A Diversidade é uma relação de poder inclusiva porque não permite ações invasivas do julgo paternalista que impede a reflexão e cristaliza a atomização.

Todos temos o direito e o dever de defender a atualização, crescimento, aparelhamento do Conselho, para com a ampliação do seu quadro, câmaras, aquisição de equipamentos multimídia, composição de recursos humanos capacitados e valorizados para que possam oferecer aos sergipanos, na mesma velocidade imposta pela tecnologia da informação, motivos para o desenvolvimento de suas relações com o Estado, na preservação de seu patrimônio, no universo cultural de sua matriz e ou nas ações idealizadas pelos seus núcleos e não pelo Estado.
Acredito que o corpo técnico do Conselho, deve compor de um conjunto multidisciplinar de reconhecida capacidade, experiência e interesse cultural, e tornar-se uma referência para estágios curriculares. Exemplificam-se os Técnicos e Peritos:
Taquígrafos; Analista de Sistema; Técnico de Informática; Sociólogo;Geógrafo:
Psicólogo; Filosofo; Antropólogo; Historiador; Economista; Administrador de Empresas; Pedagogo; Advogado; Assistente Social; Jornalista: Arquiteto; Ambientalista; Biólogo.

Divergimos, mas lutamos para garantir o direito do outro se expressar. O contraditório é nossa verdade, depende da perspectiva, a leitura expressa.

José Severo dos Santos.

Conselheiro Estadual de Cultura/2007.

PROPOSTAS & ATITUDES -12




PROPOSTA 01/10/16-07

REFORMA ESTRUTURAL, REGIMENTAL E OPERACIONAL DO CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA. – Que após ouvida pelo Nobres conselheiros, seja dada tramitação para aprovação da Proposta, com a inclusão dos seguintes itens:
1-Câmaras de Assuntos Afro-Indigena e Diversidades étnicas Culturais.
2-Câmara de Música,Artes Visuais, Dança e Artes Cênicas.
3-Comissão de Ética
4-Composição e estruturação de Setores Técnico e Administrativo
5-Estruturação de Consultorias.
6-Inclusão de representação das Secretarias de Educação e Fazenda.
7-Isonomia com os demais Conselhos Estadual.
8-Setor de Comunicações e Relações intercomunitária.
9-O pagamento dos Jetons dos Conselheiros deve obedecer o Calendário do Estado.
10- Os equipamentos operacionais do Conselho, deve acompanhar o fluxo tecnológico de modo a possibilitar o acesso a todas as mídias.
11- Cada Conselheiro contará com 01 secretário ou assessor, para subsidiar os trabalhos.
12 – o Conselho terá sede própria, com transporte a sua disposição para operacionalizar as ações e os serviços dos Conselheiros.

Justificativa:

O Conselho em sua trajetória e os inúmeros serviços prestados pelos diversos Conselheiro, faz por merecer, nestes 40 anos, o direito de ter uma estrutura e organização a altura da Inteligência Sergipana, na ampliação e proteção do Universo Patrimonial da Cultura de Sergipe, implementando modelo de multiplicação dos manifesto territorial e do Arquivo Humano que se dilue na periferia do poder, das elites e dos intelectuais eurocentricos.


Aracaju, Sala do Conselho em 16 de Outubro de 2007.


José Severo dos Santos
Conselheiro

PROPOSTAS & ATITUDES - 10

PROPOSTA 02/10/07

CONFERÊNCIA DO CONSELHEIRO LUIZ ANTONIO BARRÊTO – Que após ouvido pelos Nobres Conselheiros, seja aprovada a Proposta, para que o Conselheiro citado possa proferir uma Conferência em Sessão Especial do mês de Novembro sobre o titulo: O Patrimônio Histórico Artístico e Cultural, como Indicador Afirmativo da Educação e Formação Intelectual do Negro Sergipano, antes o sistema de Cotas. Esta Conferência abrirá as manifestações do Mês da Consciência Negra.

JUSTIFICATIVA.

O mês de Novembro em todo Território Nacional vem sendo o referencial para reflexões em torno das Questões e Condições do Coletivo Negro, seus avanços, conflitos, propostas e problematizações. Sergipe um Estado Negro, mas sem Identidade e Cultura, sofre de uma hiatização étnico cultural por pura acomodação e cristalização da ideologia do recalque , comum aos que na privação dos sentidos se deixam vitimar pela exploração ideológica paternalista. Luiz Antonio Barreto, Intelectual de força critica, estudioso da Sergipanidade, com experiências excepcionais sobre o tema e, conhecido e reconhecido por todas as correntes do pensamento sergipano, pela sua intransigência, além das passagens pelos institutos da Cultura e Educação Oficial, ,poderá contribuir na condução dos debates temáticos sobre as Questões e Condições do Negro Sergipano.


Aracaju, Sala do Conselho em 02 de Outubro de 2007.


José Severo dos Santos
Conselheiro


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PROPOSTA 01/10/16-07

REFORMA ESTRUTURAL, REGIMENTAL E OPERACIONAL DO CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA. – Que após ouvida pelo Nobres conselheiros, seja dada tramitação para aprovação da Proposta, com a inclusão dos seguintes itens:
1-Câmaras de Assuntos Afro-Indigena e Diversidades étnicas Culturais.
2-Câmara de Música,Artes Visuais, Dança e Artes Cênicas.
3-Comissão de Ética
4-Composição e estruturação de Setores Técnico e Administrativo
5-Estruturação de Consultorias.
6-Inclusão de representação das Secretarias de Educação e Fazenda.
7-Isonomia com os demais Conselhos Estadual.
8-Setor de Comunicações e Relações intercomunitária.
9-O pagamento dos Jetons dos Conselheiros deve obedecer o Calendário do Estado.
10- Os equipamentos operacionais do Conselho, deve acompanhar o fluxo tecnológico de modo a possibilitar o acesso a todas as mídias.
11- Cada Conselheiro contará com 01 secretário ou assessor, para subsidiar os trabalhos.
12 – o Conselho terá sede própria, com transporte a sua disposição para operacionalizar as ações e os serviços dos Conselheiros.

Justificativa:

O Conselho em sua trajetória e os inúmeros serviços prestados pelos diversos Conselheiro, faz por merecer, nestes 40 anos, o direito de ter uma estrutura e organização a altura da Inteligência Sergipana, na ampliação e proteção do Universo Patrimonial da Cultura de Sergipe, implementando modelo de multiplicação dos manifesto territorial e do Arquivo Humano que se dilue na periferia do poder, das elites e dos intelectuais eurocentricos.


Aracaju, Sala do Conselho em 16 de Outubro de 2007.

José Severo dos Santos
Conselheiro

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Conselheiro Estadual de Cultura/2007.
Aracaju, 23 outubro de 2007.

Nota de Esclarecimento aos Conselheiros.

Pensando em Sergipe, penso o Negro, objeto de minhas preocupações. As nossas Condições e Questões passam por problemas de continuidades absolutas e da nossa condição individual, onde o status de classe perpassa a verdadeira situação de Gênero e Raça olvidada pela ação individualizada, principalmente quando se aloja nos espaços de poderes.

A falta de representação é questionada na medida em que não se promove mudanças ou acentuam os indicadores dos problemas a um diagnóstico do conjunto dos elementos norteadores de reflexões para produção de Políticas Públicas capazes de estabelecer parâmetros ás ações reparadoras.

As nossas organizações, dependentes dos poderes públicos, ainda não elaboraram uma estratégia de autonomia e independência nos debates das idéias, nas soluções dos problemas e na construção da identidade, por conta das “Elites Negras” que se excluem das questões do coletivo.

O Conselho Estadual de Cultura, como os demais órgãos oficiais, pensa Sergipe pela ótica dominante e exclui o negro de suas ações. É um instituto de expressão eurocêntrica, onde o fator da cultura se repousa na erudição da cultura branca e assim, reproduz a hostilidade da sociedade”intelectual”nos espaços de poderes, sem admitir a existência de uma cultura negra que cristaliza a sergipanidade e resiste as intempéries do ostracismo.

Viver Sergipe é viver condicionado a ótica do poder, e este poder não pensa negro, não lhe dar visibilidade e lhe é hostil em toda sua instância. Romper esta barreira silenciosa tem sido o propósito de muitos e a dedicação de poucos que se insurgem aqui e ali, parando para respirar ou encontrar instrumentos, refazer discursos ou simplesmente vociferar e ser banido pelo sistema, transformado em “Persona non gractia”, como eu que ajo como penso.

Nestes espaços, há sempre uma brecha e sempre, simpatizantes que sem se expor, facilitam a expressão do discurso, de ações, provocações, afim de produzir reações favoráveis e positivas.

O Conselho Estadual de Cultura, Instituto de fundamental importância para os debates das idéias e expressões de mudanças de atitudes e comportamentos para o alinhamento do Estado ao clamor do negro, se vê desaparelhado, desestruturado e desmotivado para o manifesto e reage negativamente, as provocações de Severo D’Acelino, único representante Preto, nestes seus 40 anos de existência.


Será preciso outros 40 anos, para que o Preto, seja levado a sério e respeitado como representante da maioria da população deste Estado que teima em jogar seu racismo, debaixo do tapete. e manter cristalizada a filosofia paternalista, numa Ode a Casa Grande

Uma apologia a ideologia branqueadora e paternalista, onde o negro até hoje é visto pela visão JURIDICA e não FILOSOFICA, um juridicismo de visão estreita, julgando ter feito muito pelos Pretos, quebrando suas correntes. Não tem a coragem de transformar o Antigo Escravo em Homem Livre emancipado e seu igual, o que é Filosófico, a leitura e reflexão das problemáticas, a prática da Humanidade.

Ainda hoje, o branco não admite a Igualdade antes ao negro(principalmente o Preto), seu antigo escravo, pois sua mentalidade de senhor é mais forte e impede o ato através dos preconceitos, não aceita a autonomia independência e consciência do negro forçado a pensar branco.

O Preto e o Índio, vítimas do etnocidio branco, ( sem espaços na mídia, propriedade dos Usineiros escravagistas; do Estado teocrático partidárizado e dos Evangélicos mercantilistas, que cassam nossas vozes violando os nossos direitos de expressões, mas que querem nossos votos e submissão, o que haveremos de desconstruir), devem ter assentos, voz, votos e representatividades no Conselho Estadual de Cultura, independente dos seus status, instruções, classes, e concepções ideológicas. E serem respeitados como pessoas e representante de sua comunidade sem nenhum embargo da ideologia dominante. A Diversidade é uma relação de poder inclusiva porque não permite ações invasivas do julgo paternalista que impede a reflexão e cristaliza a atomização.

Todos temos o direito e o dever de defender a atualização, crescimento, aparelhamento do Conselho, para com a ampliação do seu quadro, câmaras, aquisição de equipamentos multimídia, composição de recursos humanos capacitados e valorizados para que possam oferecer aos sergipanos, na mesma velocidade imposta pela tecnologia da informação, motivos para o desenvolvimento de suas relações com o Estado, na preservação de seu patrimônio, no universo cultural de sua matriz e ou nas ações idealizadas pelos seus núcleos e não pelo Estado.
Acredito que o corpo técnico do Conselho, deve compor de um conjunto multidisciplinar de reconhecida capacidade, experiência e interesse cultural, e tornar-se uma referência para estágios curriculares. Exemplificam-se os Técnicos e Peritos:
Taquígrafos; Analista de Sistema; Técnico de Informática; Sociólogo;Geógrafo:
Psicólogo; Filosofo; Antropólogo; Historiador; Economista; Administrador de Empresas; Pedagogo; Advogado; Assistente Social; Jornalista: Arquiteto; Ambientalista; Biólogo.

Divergimos, mas lutamos para garantir o direito do outro se expressar. O contraditório é nossa verdade, depende da perspectiva, a leitura expressa.

José Severo dos Santos.

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PROPOSTA 01/11/07


TRANSFERÊNCIA DO CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA.

Que após ouvido os pares do Conselho Estadual de Cultura, seja dada tramitação para aprovação do preito de que trata a proposta: Transferência do Conselho Estadual de Cultura, do prédio da Biblioteca Pública Epifânio Dôrea, para o prédio do Palácio do Governo no centro da cidade.

Justificativa:

Com a transferência da sede do poder executivo, o prédio do Palácio do Governo de Sergipe, patrimônio do povo sergipano, pode abrigar o Conselho Estadual de Cultura até a sua sede definitiva, emprestando seus espaços para as expressões culturais patrocinadas pelo Conselho em representação do universo cultural sergipano a disposição da comunidade em espaço central, facilitando o ingresso de todos os núcleos de saber: Erudito; Clássico; Popular e Acadêmico, possibilitando a inclusão cultural
a todas os níveis.


Aracaju, Sala do Conselho em 06 de Novembro de 2007


José Severo dos Santos
Conselheiro

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Oficio 011107
Aracaju 06 de Novembro de 2007


Senhor Presidente,

Cumprimentando Vossa Senhoria, venho reportar quanto ao Oficio 122/2007 de 20 de Agosto, relativo ao questionamento da Área da Proposta de Tombamento de Mocambo em Porto da Folha.
Informo que a proposta se insere na área titulada pelo INCRA que engloba toda a região remanescente.

Respeitosamente,
José Severo dos Santos
Conselheiro

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INDICAÇÃO 01/11/07


Após lida e ouvida pelo Egrégio Conselho Estadual de Cultura, peço aprovação de um voto de repudio ao grupo de comunicações dos Usineiros, por dificultar espaços a lideranças e entidades negras nas suas grades de programação, bem como excluir a Casa de Cultura e seu Coordenador de qualquer possibilidade de divulgar as manifestações do Coletivo Negro em suas redes, rádio, jornal e tv.

Justificativa.

Há mais de 15 anos que a Casa de Cultura Afro Sergipana e sua representação é excluída da rede do grupo Franco e mais recentemente, com a advento das manifestações dos 40 anos de atividades, buscamos obter imagens de manifestos da Entidade nas emissoras, fomos agredidos pela TV-Sergipe que após acenar com o pedido, solicitando encaminhamento por escrito, quando fomos entregar o oficio, fomos violentamente agradidos e impedidos de entrar na emissora. O oficio foi entregue na guarita dos guardas que em cumprimento da ordem, receberam-no tentando minimizar o constrangimento. Na Tv-Ataláia o tratamento foi diferente, mas o procedimento foi o mesmo. Não foi liberada a nossa entrada e tanto uma quanto outra, não atenderam ao postulado.

Aracaju, Sala do Conselho em 06 de Novembro de 2007,

José Severo dos Santos
Conselheiro
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Oficio 010907 Aracaju 23 de Setembro de 2007-09-24

Do: Coordenador Geral
A: Direção da TV-Sergipe
Assunto: Entrevistas do Severo D’Acelino
Ref. Ciclo de Conferencias aos 40 Aniversário da Entidade


Excelentíssima Senhora

Cumprimentando Vossa Excelência, vimos postular a possibilidade de autorizar a liberação de imagens de Arquivo das Entrevistas de Severo D’Acelino, para que possa ilustrar o Memorial do Ciclo de Conferências e a Retrospectiva da Entidade.
Cabe-nos informar que a data do manifesto depende dos serviços que estão sendo ultimados na Entidade e, se não for na data de 19 a 21 de Outubro, data oficial, será em 19 de Janeiro – DIA ESTADUAL DE LUTA DA CONSCIENCIA NEGRA.
Esperamos contar com o vosso apreço na liberação das imagens, pois será um tributo maior da mídia sergipana na construção do Memorial Sergipano.
Aproveitamos para informar o tema do Ciclo de Conferencias; RELIGIÃO E IDENTIDADES - Encontro de Nações Preto Gege Nagô. Com ênfase nas problemáticas dos Direitos Humanos, com as participações de Luiz Antonio Barreto, Rivaldo Sávio, Capitão Amin, Pe. Genivaldo, João Hélio, Fernando Lins, Luis Fernando Ribeiro Soutello, com as participações das Comunidades de Terreiros e público em Geral.

Respeitosamente,

José Severo dos Santos
Anexo- Disco DVD.

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PROPOSTA 02/11/07

Convocação do Secretário de Cultura para apresentar Plano Estadual de Cultura. - Que após ouvida e aprovada pelos os nobres conselheiros, seja encaminhada ao presidente para Convidar o Secretário de Cultura, para apresentar ainda este mês, o plano estadual de cultura a este Conselho para conhecimento dos Conselheiro.


Justificativa.

A Secretaria Estadual de Cultura, vem sistematicamente através do seu gestor, apresentando o plano de cultura em diversas instancias e o Conselho não tem conhecimento do seu conteúdo e de sua estratégia. Se faz importante que o Secretário apresente oficialmente ao Conselho o Plano ou Projeto de cultura que o Estado pretende desenvolver nesta gestão.

Aracaju, sala do Conselho em 06 de novembro de 2007.

José Severo dos Santos
Conselheiro

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PROPOSTA 011207


VOTO DE CENSURA – Que depois de lida seja deliberada pelo Conselho o pleito, para aprovação de voto de censura ao conselheiro presidente, por vilipendio, intimidação, abuso de poder, ameaça e discriminação, contra o Conselheiro José Severo dos Santos e desqualificação da Casa de Cultura Afro Sergipana, na assembléia de novembro do ano em curso.

Justificativa.

Durante a leitura da Ata o conselheiro presidente provocou os conselheiros ao linchamento do Conselheiro José Severo dos Santos, a propósito do documento encaminhado aos conselheiros, para atingir-lo por pura arrogância e abuso de autoridade, a fim de provocar discussão sobre a nota no Jornal Cinforme.
Durante o linchamento, com ameaças judicial, desqualificações, constrangimentos, foi flagrante a discriminação racial e o abuso de autoridade, causando constrangimentos, com o fito de provocar a saída do Conselheiro por reação às hostilidades. Estes fatos provam que o conselheiro presidente, não esta preparado para exercer o cargo.

Aracaju, Sala do Conselho em 04 de Dezembro de 2007.

José Severo dos Santos
Conselheiro

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Conselheiro Estadual de Cultura/2007.


PROPOSTA.01/12/07

Premio de Ação Afirmativa – Que após lida seja deliberada pelos Conselheiro para aprovação do Conselho Estadual de Cultura da Instituição do “Premio de Ação Afirmativa “ a personalidades que venham a critério do Conselho, contribuir em suas áreas, no Combate ao RACISMO e toda forma de discriminações contra o negro no Estado de Sergipe, promovendo o seu desenvolvimento e sua auto-estima, assinalando o respeito ao seu universo patrimonial.
O Prêmio deverá ser divulgado em 20 de novembro de cada ano e entregue em 19 de Janeiro conforme o Decreto Lei 4.192 de 23 de Dezembro de 1999 que institui o DIA ESTADUAL DE LUTA DA CONSCIENCIA NEGRA em sessão solene.
O prêmio constará de Estatueta e Diploma e deverá contemplar todas as áreas a níveis Sociais, Político; Econômico; Cultural na inserção dos poderes e da comunidade em geral. Serão contempladas as Pessoas Físicas e Jurídicas a nível Estadual.
As áreas assinaladas: Educação; Direitos Humanos; Comunicações; Segurança; Artes; Ciências; Relações Raciais; Saúde; Cultura; Políticas Públicas; Religião; Organização; Emprego e Renda; e Jurídicas.

Justificativa.

Sergipe precisa dar visibilidade a quem constrói o modelo de Ação Afirmativa, combatendo os estigmas e valorizando os indivíduos e grupos no processo mais amplo da centralização dos eventos. O importante é ressaltar os manifestos isolados nos mais diversos rincões do seu território, trazendo ao grande público as ações positivas dos indivíduos e dos grupos em direção da Paz e do respeito a diversidade e do desenvolvimento sustentável dentro dos princípios das Declarações Universal dos Direitos Humanos.
Neste sentido, estimula o processo como ação inovadora em todos os níveis da sua sociedade, possibilitando que as ações de um agente possa ser visibilizada no contesto geral da comunidade organizada que elege seu modelo inovador de relações múltiplas de União na Diversidade.

Aracaju, sala do Conselho em 18 de 123 de 2007

José Severo dos Santos
Conselheiro

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PROPÓSTA 02/12/07.


Que as Entidades, Instituições e Órgãos representados neste Conselho, sejam responsabilizadas após notificação da presidência, no prazo de 30 dias após vacância da titularidade sem adjunto, apresentar documentalmente seu novo representante e ou seu afastamento do Colegiado. Findo o prazo, caberá a presidência promover novo sorteio, para definir o preenchimento do cargo e encaminhar processo a Secretaria de Cultura afim de que se promovam os ritus de um novo Decreto.

Justificativa.

Todas os representantes do Conselho Estadual de Cultura, corresponde a um segmento institucional de modo a manter a isonomia. Compõem de Governo e Instituições diversas de modo a compor o Colegiado, dest’arte, a desistência de um representante, não configura desistência do órgão, entidade ou instituto que representa, cabendo a estes, apresentar substituto, no caso de não dispor de adjunto e, continuar a sua representatividade junto ao Conselho, representando seu coletivo, comunidade, grupo de interesse.

Aracaju, Sala do Conselho 18 de 12 de 2007.

José Severo dos Santos
Conselheiro.

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Conselheiro Estadual de Cultura/2007.


Senhor Presidente,

Apresentamos como contribuição a leitura da Proposta do Mapeamento das Áreas Remanescentes de Antigos Quilombos em Sergipe, que se encontra com a Conselheira Lavre, onde possa os Conselheiros individualmente, contribuir com a atualização da lista apresentada, acrescentando e ou retirando informações, no sentido de ampliar as referencias.

Aracaju, 20 de dezembro de 2007.

José Severo dos Santos
Conselheiro


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PROPOSTA 02/08

Que após lida, seja deliberada pelos Conselheiros a ação de Reconhecimento como Patrimônio Histórico Estadual, ás áreas de Angico e Bonsucesso, localizadas em Poço Redondo, como Área Remanescente de Antigos Quilombos.

Justificativa;

Na ocasião em que Sergipe Constituinte, ampliava a sua Carta, não foram estabelecidos os indicadores do Coletivo Negro e o Art. 68 das Disposições Transitórias, não teve menção e neste sentido a área de ANGICO foi contemplada as homenagens dirigidas a Lampião.
Efetivamente que a área historicamente, foi ocupada pelos escravos, constituindo um Quilombo e, reduto dos remanescentes de Palmares, após sua queda, promovida por Jorge Velho. Neste sentido, na mesma rota de fuga para a Serra Negra, onde se situaram na parte norte, construíram Quilombos o Povoado Bonsucesso que foi utilizado estrategicamente como Atalaia do Rio São Francisco e, até hoje o Povoado, guarda marcas deste memorial, principalmente a sua ilha chamada “dos Anjos”, onde eram enterrados os recém nascidos.
Diante das evidências dos inúmeros quilombos sergipanos, se faz importante o seu sistemático resgate, para composição do Perfil da Geografia Afro Sergipana, através destes indicadores resgatados e registrados.

Aracaju, Sala do Conselho em 04 de Março de 2008.

José Severo dos Santos
Conselheiro
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PROPOSTA. 03/08

Que as sessões do Conselho sejam gravadas.


Justificativa.

A falta de gravação das sessões, ocasiona desconforto nas relações, principalmente no que diz respeito as privações de Direito a Voz, nos debates e nas verificações dos termos e assuntos relacionados durante o processo.
O presidente vem sistematicamente, privilegiando uns e silenciando outros. Que seja estipulado o tempo para evitar constrangimentos e equívocos.É necessário registro eletrônico para esclarecer equívocos, além da Ata.

Sala do Conselho em 18 de março de 2008.

José Severo dos Santos
Conselheiro

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PROPOSTA 04/08

Que a abertura das sessões, seja observado o principio da neutralidade religiosa.

Justificativa;

Sergipe é um Estado laico e é necessário que a ausência de credo ou religião seja obedecida pelo egrégio conselho e seguida pelo seu presidente. Que invoque todos os Deuses de todas ás religiões ou simplesmente que uma palavra de ordem seja estabelecida isenta de conteúdo religioso, cabe a cada um se concentrar no signo de sua religião para o inicio da jornada.

Sala do Conselho em 18 de março de 2008.

José Severo dos Santos
Conselheiro

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PROPOSTA 04/08


QUE O Conselho considere, após conhecimento da justificativa, a REVISÃO DA DECISÃO DA PROPÓSTA 02/12/07. de 18 de 12 de 2007. Aprovada através do Parecer do Conselheiro Sotelo.
“Que as Entidades, Instituições e Órgãos representados neste Conselho, sejam responsabilizadas após notificação da presidência, no prazo de 30 dias após vacância da titularidade sem adjunto, apresentar documentalmente seu novo representante e ou seu afastamento do Colegiado. Findo o prazo, caberá a presidência promover novo sorteio, para definir o preenchimento do cargo e encaminhar processo a Secretaria de Cultura afim de que se promovam os ritus de um novo Decreto.”


Justificativa.

Cabe ao Conselho decidir das ações não reguladas, baseada na conjuntura atual, dentro da dinâmica e importância que o caso requer. E, cabe aos Conselheiros, postular a revisão do conceito emitido, visto não haver outra instancia de poder para tal.
Hoje a situação da conjuntura Nacional se mostra diferente da de 40 anos atrás e o Conselho deve estar atualizado para não praticar atos equivocados. A nível nacional a edição partidária se acentua como detentora dos cargos, independente do seu ocupante, a titularidade do cargo é do partido, sai um ocupante e entra outro.
Assim é também a realidade do Conselho, em função dos órgãos oficiais que aqui tem assento. Exemplifica a Universidade e o próprio Estado, na vacância do cargo, entra outro representante e assim deve ser com as demais Entidades não Governamentais e, dentro deste disposto, solicito a revogação do ato aprovando o Parecer do Conselheiro Sotelo, contrário a Proposta, por ser inconstitucional e discriminatória.

Sala do Conselho em 01 de abril de 2008

José Severo dos Santos
Conselheiro

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PROPOSTA 05/08


QUE O Conselho considere, após conhecimento da justificativa, a REVISÃO DA DELIBERAÇÃO Nº. 006/07-CEC de 07 de Agosto de 2007. Cujo Parecer da relatoria do conselheiro José Paulino da Silva ao processo n° 108/95-CEC apresenta equívocos que levam a Violação de Direitos induzindo a discriminações..

JUSTIFICATIVA.

O relator se baseou em um único parecer e não deu importância aos fatos relevantes no conjunto documental, olvidando decisões de instâncias superiores e de poderes distintos, sem respeitar a Autonomia e Independência , sem consideração passou por cima de decisões superiores, onde a Lei Maior deve ser seguida, isso é a decisão das regulações nacional. Para que se faça Justiça é necessário entre outros instrumentos, o Contraditório.

Sala do Conselho em 01 de abril de 2008-03-27

José Severo dos Santos
Conselheiro.

PROPOSTAS & ATITUDES 11




PROPOSTA 02/10/07



CONFERÊNCIA DO CONSELHEIRO LUIZ ANTONIO BARRÊTO – Que após ouvido pelos Nobres Conselheiros, seja aprovada a Proposta, para que o Conselheiro citado possa proferir uma Conferência em Sessão Especial do mês de Novembro sobre o titulo: O Patrimônio Histórico Artístico e Cultural, como Indicador Afirmativo da Educação e Formação Intelectual do Negro Sergipano, antes o sistema de Cotas. Esta Conferência abrirá as manifestações do Mês da Consciência Negra.

JUSTIFICATIVA.

O mês de Novembro em todo Território Nacional vem sendo o referencial para reflexões em torno das Questões e Condições do Coletivo Negro, seus avanços, conflitos, propostas e problematizações. Sergipe um Estado Negro, mas sem Identidade e Cultura, sofre de uma hiatização étnico cultural por pura acomodação e cristalização da ideologia do recalque , comum aos que na privação dos sentidos se deixam vitimar pela exploração ideológica paternalista. Luiz Antonio Barreto, Intelectual de força critica, estudioso da Sergipanidade, com experiências excepcionais sobre o tema e, conhecido e reconhecido por todas as correntes do pensamento sergipano, pela sua intransigência, além das passagens pelos institutos da Cultura e Educação Oficial, ,poderá contribuir na condução dos debates temáticos sobre as Questões e Condições do Negro Sergipano.


Aracaju, Sala do Conselho em 02 de Outubro de 2007.


José Severo dos Santos
Conselheiro

PROPOSTAS & ATITUDES -9


PROPOSTA 01/10/07




TOMBAMENTO DO CACIQUE CHÁ - Que o Conselho Estadual de Cultura, após ouvido os nobres Conselheiros, promova o processo de Tombamento do Cacique Chá, tornando Patrimônio Histórico Artístico e Cultural do Estado, de modo a preservar a Memória que ele representa e sugerindo sua utilização em Espaço Cultural para exposição das expressões multiculturais das artes e culturas

JUSTIFICATIVA.

O prédio do Cacique Chá, representa a memória da vida intelectual de Sergipe e é o remanescente daquela área no entorno da Praça, que junto aos prédios da Iara e Cabana do Caboclo, fazia a ebulição cultural, reunindo personalidades das letras, artes e política. Como elemento importante , detem um conjunto de afresco de Jener Augusto e pode, a critério da EMSETUR, ser transformado em espaço de revitalização cultural na área, reforçando a presença da Galeria Álvaro Santos, oferecendo opções aos Agentes Culturais e a comunidade estudantil ávida por espaços.





Aracaju. Sala do Conselho em 02 de Outubro de 2007.

José Severo dos Santos
Conselheiro.

PROPOSTAS & ATITUDES - 8






Oficio 010907

Do; Conselheiro
José Severo dos Santos
Ao: Presidente do Conselho
José Anderson Nascimento
Assunto; Proposta 04/09/07



Senhor Presidente,

Cumprimentando Vossa Senhoria, cumpre-me informar que o documento de que trata a Proposta em tela, é do Governo e dispõem sobre a organização da Secretaria de Estado da Cultura, instruída na Lei 3.691 de 05 de julho de 1995.
Neste sentido a formulação sobre o gestor, é remetida ao Secretário de Cultura. Maiores informações, o Conselheiro Luiz Antonio Barreto é o mais autorizado dentre nós, uma vez que fora o autor da reforma da citada Secretaria e do Projeto de Lei.


Respeitosamente,


José Severo dos Santos









Conselheiro Estadual de Cultura/2007.

PROPOSTAS & ATITUDES -7




PROPOSTA 06/09/07



Propomos que o Conselho instrua o Governo no sentido de lembrar a importância para a liberdade de expressão , organização e consciência, com os Direitos que a Constituição declara, sem a necessidade de atrelamento a administração do governo ou ser cooptado ou excluído por questões partidária ou por ações contrárias as ideologias paternalista emanadas pelo grupo no poder, para ter acesso as ao exercício da cidadania.


Justificativa.


Os grupos e Entidades Negras de Sergipe que compõem o chamado Movimento Negro, estão hoje, esvaziados na medida em que seus integrantes e dirigentes estão nos espaços de poder, servindo aos Partidos , alijando as comunidades que vítimas das explorações ideológicas, não tem como se defender e nem identificar as ofensas que diuturnamente somos vítimas. Agora sem representação comunitária, fica difícil as articulações em torno da luta contra as privações de direitos. Hoje assistimos em ação,um Movimento Negro Chapa Branca, violento e fascista.



Aracaju, sala do Conselho em 04 de Setembro de 2007-09-02

José Severo dos Santos
Conselheiro

PROPOSTAS & ATITUDES -6


PROPOSTA 05/09/07





QUE ESTE Conselho possa instruir aos órgãos oficiais através da Secretaria de Cultura, que sejam retiradas de todos os veículos e repartições públicas, as Expressões Religiosas e que firam as ideologias de grupos e indivíduos da sociedade sergipana.


Justificativa.

Não cabe ao poder público a difusão de manifesto individual e ou grupos que, no espaço de poder e ou no fazer operacional de suas funções, expressem suas filosofias religiosas, principalmente afixadas em veículos oficiais e nos espaços da repartição. É do entendimento jurídico que o Estado é Laico e por isso, respeita a diversidade nos mais diversos manifestos de sua religiosidade e expressões culturais, regulando as expressões e simbologias proibidas, principalmente por agredir grupos específicos e propagar ideologias que venham a ferir os Direitos Humanos.


Aracaju, sala do Conselho em 04 de Setembro de 2007-09-02

José Severo dos Santos
Conselheiro

PROPOSTAS & ATITUDES - 5





PROPOSTA 04/09/07.


Que este Conselho postule junto ao Secretário de Estado da Cultura a necessidade de que seja urgentemente instalados os Núcleos de Cultura Negra ou seja o CENTRO DE ESTUDOS DA CULTURA AFRICANA E AFRO BRASILEIRA, disposta na Lei 3.631 de 05 de julho de 1995, composto de Diretoria- Secretaria Geral e Comitê Técnico, subordinado diretamente ao Secretário de Estado da Cultura.

2-Que inclua a solicitação do Mapeamento dos Grupos Culturais e Mestres de Culturas do Estado

JUSTIFICATIVA.

A contemporaneidade busca cada vez mais o levantamento dos seus bens para dimensionar suas ações e propor Políticas Públicas capazes de atender as manifestações de sua dinâmica agregada na tecnologia que vem determinando ritmos cada vez mais inflexíveis em apontar diagnósticos a soluções imediatas. A falta de registro de tamanha importância da expressão deste Arquivo Humano multiplicador que se esvai sem o levantamento das causas, não há como impedir os efeitos negativos para a próximas geração e nem como planejar a instrução de agentes multiplicadores para o processo de continuidade histórica.


Aracaju, sala do Conselho em 04 de Setembro de 2007-09-02

José Severo dos Santos
Conselheiro

PROPOSTAS & ATITUDES -4





Conselheiro Estadual de Cultura/2007.




PROPOSTA 03/09/07


Que o Governo do Estado priorize a funcionalidade dos órgãos institucionais, operacionalizando suas finalidades, sem desvios de competências, estimulando a harmonia entre si. e neste sentido favorecer a construção e desenvolvimento e neste sentido propomos que a Secretaria de Cultura seja responsável por toda ação cultural no âmbito da administração, gestando os recursos e verbas destinadas a Cultura, principalmente nas manifestações de Largos, como o São João, Carnaval e Natal. Que a ela seja dada as condições de planejamento e execução da Política Cultural do Estado.


Justificativa.

Nos governos passados, se criaram uma brecha onde as atividades culturais de maiores expressões e visibilidades, foram seqüestradas da Secretaria de Cultura para outros setores do governo, onde planejamento, promoção e execução passaram longe da secretaria e dos seus técnicos, bem como as verbas e recursos. Esperamos as mudanças nesta administração que, lamentavelmente ainda não deu visibilidade a cultura e seus órgãos não dispõem de recursos para atender aos anseios das comunidades. Que a Cultura tenha verbas, recursos e independência, para valorizar seus técnicos e as manifestações do Estado. Que o Secretário seja seu único gestor.


Aracaju, sala do Conselho em 04 de Setembro de 2007-09-02

José Severo dos Santos
Conselheiro

PROPOSTAS & ATITUDES -3







PROPOSTA 02/09/07



Proponho que seja Tombada na categoria de Bem Imaterial o NAGÔ Manifestação da religiosidade afro sergipana, como Patrimônio Cultural do Estado e que todas as Comunidades de Terreiro ligada a Nação Gege-Nagô seja mapeada e protegida em todo território sergipano.


Justificativa:

A expressão do Nagô em Sergipe, sempre esteve desvinculada da Nação e etnia e agregada a expressão do sagrado para expressar a continuidade do manifesto aos Ancestrais em sua ação revigoradora. Sergipe é o único Estado da Federação onde o manifesto consagra a denominação NAGÔ. Na Bahia a expressão é EGUNGUN, em Pernambuco, XAMBÁ; no Rio de Janeiro JONGO E EM São Luiz do Maranhão TAMBOR DE MINAS. Esta foi a primeira manifestação do manifesto da religiosidade africana entre nós, seguida do Toré chamado Caboclo, o Angola, a UMBANDA e mais recentemente o KETO.


Aracaju, sala do Conselho em 04 de Setembro de 2007-


José Severo dos Santos
Conselheiro


Conselheiro Estadual de Cultura/2007.

PROPOSTAS & ATITUDES -2








PROPOSTA 01/09/07


Denominação de Artéria na Capital do Estado, em homenagem ao Jornalista JOEL SILVEIRA.
Propomos ao egrégio Conselho que seja remetido ao Presidente do Legislativo Municipal, postulação no sentido de que seja materializada a homenagem ao insigne sergipano, Joel Silveira. Caberá ao Conselho anexar a solicitação, breve histórico do homenageado.


Justificativa.

O Jornalista Joel Silveira, cuja trajetória enobrece qualquer cidadão brasileiro, desenvolveu em toda sua vida profissional, intelectual e cidadã, a coerência ímpar dos grandes homens, jamais se afastando dos objetivos a que se propunha e nem desviando ações para favorecer o que combatia. Todas as suas manifestações, dentro e fora do país, foram marcadas pelo seu ideal de liberdade e de sua força critica, a expressão de sua importância.

Aracaju, sala do Conselho em 04 de Setembro de 2007-09-02


José Severo dos Santos
Conselheiro





Conselheiro Estadual de Cultura/2007.

PROPOSTAS & ATITUDES -1



Conselheiro Estadual de Cultura/2007.




PROPOSTA 06/07



Mudança de denominação do Museu Afro Brasileiro de Laranjeiras para Museu Afro João Mulungu.

Nesta oportunidade, vimos apresentar ao Egrégio Conselho, a proposta de mudança de Denominação do Museu Afro Brasileiro de Laranjeiras, para homenagear João Mulungu em seus 17 anos de reconhecimento por este município e assinalar seus 132 anos com a expressão na resistência negra sergipana.


Justificativa.


Considerando a necessidade de difundir e valorizar o Arquivo Humano afro negro sergipano e a sinalização deste Conselho em reunião passada, quando o Nobre Conselheiro Luiz Antonio Barreto, acenou para o manifesto e sendo ele o responsável pela organização e instalação daquele memorial afro em 1976, quando da instalação do 1 Encontro Cultural de Laranjeiras, Justifica pois a presente proposta de mudança de denominação para homenagear o Líder Negro, Herói Sergipano e possibilitar maiores conhecimentos do seu nome por todos que freqüentarem aquele memorial.


Sala do Conselho em 21 de agosto de 2007.



José Severo dos Santos
Conselheiro

EXCLUSÃO - Saudades dos Tempos de Outrora





O governo Deda (PT) a quem ajudei a eleger e o motivo de ter tido o Projeto Cultural de Educação ¨João Mulungu vias ás Escolas”, cancelado pelo governo João Alves, que nos acusou de estar fazendo campanha para o PT( o que não condiz com a verdade, a mesma situação sofremos no governo de Albano Franco, com o mesmo argumento de que estávamos fazendo campanha para o João Alves), nos excluiu das ações de Estado e de Governo, estamos reduzidos a coisa nenhuma, vítimas do Racismo Institucional, que pauta as ações dos demais poderes, principalmente da mídia. Não temos espaços para divulgar nossas manifestações e ou fazer as reivindicações coletivas.

Essa tática grosseira, perversa e racista é utilizada para nos submeter as ordens do partido e submissão aos manifestos do governador e seus agentes, nos esmagando e transformando em Mané Gostoso e Hiena de comício. Não conseguimos nada, nem pauta nos legislativos ou espaços para desenvolvimento dos nossos projetos.

Brasília fala a linguagem regional, nosso material enviado a SEPIR, para edição do Caderno Pedagógico, ainda na gestão da Ministra Matilde, até hoje não foi dado qualquer resposta. Certamente é porque somos contra as Kotas. Esta é a política de exclusão do PT: Ou se junta ou será defenestrado.

Aqui em Sergipe, não temos por parte da Secretaria de Cultura, nenhuma demonstração de respeito, seja ao meu serviço, minha importância e trajetória. Não nos houve não nos escuta e nos trata como um idiota. As nossas manifestações em torno de representatividades para o Coletivo Negro, não tem eco. Na Secretaria não há nenhum setor que trate da Cultura Negra. Enviamos ofícios ao governador e ao secretário neste sentido e o silencio foi a resposta. Certamente pensaram que eu queria emprego e estava cavando alguma CC, para em si criando o setor, eu exerceria o cargo.

Quando sou convidado para qualquer solenidade, é pura e simplesmente para atuar como figuração. As nossas produções por diversas vezes apresentadas para que sejam adquiridas para distribuição nas bibliotecas das escolas e demais setores culturais do Estado, são rejeitadas.

De que o PT de Deda tem medo. Qual a diferença dos outros partidos, governos e governadores existem na gestão da ditadura trabalhista? Talvez o personalismo, pois o mandarinato continua o mesmo, principalmente a subserviência aos coronéis e usineiros.

Perdi meus votos o que é uma pena. A Esperança está agonizante e o Respeito e admiração pelo partido há muito deixou de significar alguma coisa na minha disciplinada reflexão.
PT e até nunca mais.

CASO DE POLICIA ( III )






Já por duas vezes registro na Delegacia do Bairro, queixa crime por conta de ter meus cachorros mortos por envenenamento, e por não ter certeza, só, desconfianças, até agora não houve castigos aos culpados. Com uma vizinhança como a minha não preciso ter inimigos. Recentemente foi jogado “bolo” aos meus cachorros e o mais visado foi atingido, morrendo três dias depois.

O “bolo” foi feito com vidros moídos e por estar mais longe o outro não consumiu o veneno em quantidade, mas foi atingido e até hoje tem problemas. Não late mais, e os latidos foram e são os alvos, pelos quais os olheiros e os vizinhos matam meus cachorros, principalmente os mais ativos, os que não deixam as pessoas e carros, pararem na calçada, pois só param de latir quando são aparteados por mim ou quando as pessoas param de falar ou saem.

Ocorre é que a minha calçada é o ponto de conversas do pessoal da lan house vizinha, da frente e incomoda o vizinho do outro lado.
As mortes são provocadas por provocações racistas dos vizinhos e como não tenho uma testemunha do fato, ele é só registrado, talvez com uma câmara, eu possa pegar os assassinos e assassinas dos 16 cachorros, entre eles 8 pastores alemão.
Já mataram além dos cachorros, 1 cabra, 6 galinhas e uma guiné. Esta última voou e caiu no quintal do vizinho da segunda casa ao lado e dias depois foi para a panela deles.

Agora estou colocando proteção no portão. Para proteger meus cachorros da ira assassina dos vizinhos, dos olheiros e dos X9. Reputo esse comportamento como de ladrões, eles querem invadir minha casa, para roubar e não querem ser incomodados pelos bichos, aí matam, mas eles hão de receber os castigos pelos crimes. Tenho certeza que vou pegar os criminosos e criminosas e denuncia-los.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

CASO DE POLICIA (II)


CASO DE POLICIA: AUTO DEFESA


A vulnerabilidade do cidadão crédulo está a cada dia mais frágil por conta do próprio Estado que dar guarida a cristalização da malandragem, defendendo os vigaristas em nome de um direito torpe e torto. Onde as mentiras são mais forte que a verdade. É importante que este embate seja desqualificado e que as acusações sejam acompanhadas de provas, sujeitam as averiguações dos oficiais de justiças, os mesmos que nos entrega as intimações.

Os vigaristas são conhecedores das falhas da justiça do trabalho e sabem que são favorecidos com as dúvidas processuais e por isso, suas vítimas ficam reféns dos seus ataques e das suas ações criminosas, com destaque nas extorsões , nas injurias, calunias e difamações e tem que conviver com o constrangimento , com os danos morais e materiais que se acentuam se não ceder as extorsões e muita das vezes cedem para não ser presa da tal” justiça do trabalho” que acolhe e dar prioridade a todas e quaisquer denuncias que lhes cheguem ao conhecimento, onde o reclamante afirma que seus direitos foram violados e pedem indenizações reparatórias, apresentando como testemunhas, os seus vigaristas regiamente pagos para reforçar o depoimento nos autos processuais, devidamente preparados por advogados vigaristas que vivem deste tipo de expediente.

As vítimas pouco têm como se defender, pois testemunhas são difíceis de conseguir, as pessoas, mesmo sabendo do golpe, ficam com medo de repressão e muitas das vezes são ou ameaçadas ou contatadas para mudar de lado, em troca de dinheiro e daí se tornam testemunhas hostis e se forçadas, depõem contra a vítima dando um depoimento ambíguo, sem comprometimento e ou então faz da vítima, a sua vítima de chantagens, por ter se comprometido em seu processo.

O que são recomendado as vítimas de extorsões e chantagens é pagar imediatamente, fazer um acordo extrajudicial, para não sofrer com os constrangimentos e ter que pagar muito mais, sem ter condições de recorrer do processo, porque a justiça do trabalho lhe impõem uma quantia insuportável para acessar o contraditório, o que muita das vezes é maior que o sentenciado. São cinco mil reais, para ter o direito de recorrer.
É com isso que os advogados vigaristas contam e instruam seus parceiros golpistas, principalmente quando a vítima é uma pessoa física.

Sou vítima destes vigaristas, uma quadrilha que começaram a mim extorquir e como não aceitei a sua imposição, fui ameaçado e como também não aceitei as ameaças, fui processado com base nas mentirias arquitetadas pelo advogado do vigarista, que não trabalhou nem siquer 70 dias contínuos, abandonou o serviço por perceber que não teria mais continuidade por conta dos recursos ter se acabados e os problemas que ele armou, se complicado e que não mais teria facilidades de mim extorquir com pedidos de empréstimos que nunca pagava,, abandonou o serviço e buscou os outros para fazer o mesmo e mim colocar na justiça do trabalho, forças ele vender as coisas dele para pagar o que agente pedir. Como os outros não aceitaram, ele furiosamente saiu xingando todo mundo e ameaçando. Dias depois veio buscar o dinheiro dos dias trabalhados e após ter recebido, reclamou que queria mais e como não recebeu, ameaçou ir a justiça do trabalho alegando que havia trabalhado mais de seis meses e que eu não lhe dera nada. Mandei que fizesse o que quisesse e encerrei a conversa. O processo teve o numero 00443-2008-001-20-00-3 e pode ser visto na página www.trit20.jus.br.

Há 8 anos que venho investindo na construção deste Centro de Pedagogia Afro Sergipana e só tenho tido desconforto, discriminações, prejuízos e constrangimentos. Até hoje não temos uma área pronta, por conta dos graves problemas de continuidade, para um vigarista chegar no tribunal de justiça e dizer que trabalhou 6 meses seguidos de segunda a sábado e exigir indenizações. Onde está o resultado destes seis meses de trabalho. O que foi erguido, o que foi concluído e o que foi que ele fez nestes 6 meses., Seria importante que o Oficial de justiça viesse, verificar in loco os serviços para diagnosticar a produção do reclamante e as vigarices do seu advogado e testemunha. A Ordem dos Advogados, certamente terá noticias destas práticas, de multiplicações dos dias, meses e anos de serviços, para ao golpe de indenizações. Se não houvesse advogados vigaristas, não haveria essa industria, nefasta,laconica e sobretudo, conforme as decisões de Durban: Racista.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

CASO DE POLICIA ( I )


DEPOIMENTO DENUNCIA PÚBLICA.



Com a morte de Bibi, fiquei desnorteado e entrei em parafuso, mas logo tive que deixar meus sentimentos de lado, para proteger Helena que apresentou reflexos de grave hipertensão e com Bibi ainda viva, levava as duas para o médico no Siqueira Campos, para avaliação e consultas. Com o agravamento da doença de Bibi, houve a internação de urgência e a perdemos.

Logo depois fui procurado pela agente do posto para informar que o médico queria falar comigo sobre ela. O diagnóstico não foi bom e uma carga de exames foram feitas com os nossos recursos, pois não dava para esperar as autorizações do SUS, com os outros exames e os agravamentos, procurei uma especialista: Doutora Celi que examinou os diversos exames, pediu mais alguns e redirecionou a medicação.
Neste intervalo sou submetido a extremos estresse com a noticia de que a minha Casa, que servia de sede da Casa de Cultura, onde o companheiro de minha irmã Lurdinha, após ela ter ido morar com as irmãs e ele ter ficada lá, por desentendimento e doença dela, houve seguidas reuniões e encontros de drogados em suas dependências, a convite de Raimundo que também, se drogava. Ao meu conhecimento veio a noticia de que a policia por diversas vezes pediu para entrar na casa, para fazer investigações. Uma oportunidade um policial de quem não lembro o nome, me falou que minha casa tinha virado uma boca de fumo e que eu tivesse cuidado, ainda não tinha prendido Raimundo porque sou que era gente minha.
Imediatamente falei com Lurdinha e ela mim confirmou que Raimundo estava metido com os maconheiros, daí eu atribuir a sua situação aos maus tratos dele e imediatamente, mandei que desocupasse a casa e voltasse pro quartinho que tinha na São Francisco. Ele saiu e logo em seguida começou a série de roubos e arrombamentos. Fui informado e mandei minha irmã ir na Delegacia fazer a denuncia. Não alcançando o intento, eu mesmo fui e no Bugiu mandaram para a terceira, onde foi lavrado a denuncia. Nada foi feito e os arrombamentos e roubos se seguindo.
Logo depois da morte de Bibi, apareceu uma sobrinha que dizendo ter sido chamada por sua Tia Neuza, iria morar no Terreno na Casa de Bibi, para fazer companhia. Eu já havia demonstrado a minha insatisfação com o uso do seu material, estava sendo diuturnamente levado. Fogão, camas , rádio, etc.. Até Lurdinha tinha tirado material de lá, uma cama de solteiro, reclamei, mas ela disse que era para Raimundo dormir porque andava com dores nas costa e pernas. Ficou aborrecida comigo. Mandei que colocasse o material de Bibi em uma das Salas do andar de minha casa.
Logo que Lurdinha mudou-se para o Terreno, veio a Jussara que sem o meu consentimento, fez uma festa e reuniu suas irmãs e convidados e comemorou a sua chegada. Não participei e não gostei, reclamei, mas fui voto vencido.
Uma semana depois os roubos se sucederam e retornei a Delegacia, fui com os policiais
E nada foi feito.
Lurdinha reclamava de Raimundo, acusando os amigos deles de invadir a minha casa. Uma noite houve uma discussão, onde Raimundo foi cobrado alguma coisa e houve por parte de Raimundo e Jussara, referencia a minha pessoa no sentido de que eu seria atingido se a policia chegasse até ele, Jussara que desde que lá chegou, começou a implicar com Neuza e principalmente pelo quarto que estava fazendo , e as reclamações chegavam até mim que era instado a tomar providencias. E o fato de Jussara desrespeitar as Tias, dizendo que ali era também dela e que tinha os mesmos direitos e que sua mãe morreu as minguas sem direito a nada e que estava ali para garantir a parte dela. E nessa noite, Lurdinha foi atacada por Raimundo e por Jussara
Que mim acusavam e desejavam minha morte.
No outro dia Lurdinha foi encontrada morta na cama. Tivera um ataque fulminante, diante das violências, agressões e do terrorismo que foi vítima, pois seu estado de demência, não poderia suportar tamanha violência psicológica que deliberadamente era feita com o objetivo de mim alcançar.
Fiquei desesperado e , tomando todas as providências, para o féretro, logo no outro dia fui informado que Jussara havia dito a Raimundo que ele tinha direitos no Terreno e que tomasse logo as providências. Perguntei a ela qual o propósito da provocação, ela respondeu que tinha sido Mary e que Raimundo estava perguntando pelo seus direitos.. Procurei a documentação para levar ao Cartório, ela se adiantou e disse que já estava encaminhando. Deixei que tomasse as providências e lhe disse que não era para dar nenhuma cópia a Raimundo o que ela acedeu, mas depois fiquei sabendo que ela havia lhe entregue cópias dos documentos.

Os roubos e invasões em minha casa continuaram e fui averiguar que as invasões começaram desde o dia em que mandei Negra, uma moradora do local e que prestava serviços para minhas irmãs, transferir os documentos e materiais da casa de baixo para a parte de cima.
EWla mesma disse ter visto o Gorginho levando os arquivos de lá para vender. Observei tambe,m que Jussara desde o dia em que foi morar la no Terreno, desligou o bico de luz que servia a minha casa. Observei também, que o fato foi deliberado, tendo em vista que qualquer movimento na minha casa era ouvido, na casa que ela se encontrava, logo ela estava a par das invasões e aquilo foi orquestrado entre ela, Raimundo e o Drogados, quando lhe falei da luz ela disse que estava muito cara a conta de luz e ia mim falar. A essa altura, toda fiação dos três pavimentos de minha casa já haviam sido retiradas e fui a Delegacia outra vez, a secretaria de segurança e nada.
Paralelo a todas as complicações, continuava dando assistência a Helena e a Neuza, buscando formas delas estarem em segurança e contando sempre com a presença de Mary, que não se furtava de estar sempre lá aparando as arestas das agressões de Jussara contra Neuza e contra Helena, sempre na mesma cantoria de que tinha parte no Terreno e que queria a parte dela.
As coisas que lá aconteciam eu não tinha acessos por precaução de minhas irmãs, para que eu não fosse atingido e nisso residia a força de Jussara, provocar e vilipendiar as Tias, e nisso já tinha provocado diversas quedas na Tia Neuza, eu não sabia das provocações sexuais dela, que se aproveitou da situação e fez das Tias, reféns e levava constantemente os caras para passar a noite com ela em extrema depravação, não respeitando siquer a filha adolescente. Essa era uma tática intimidatória, que só fui saber quando fui passar a noite de vigia, para proteger um portão que mandei o pedreiro colocar e por estar ainda mole, era possível não estar no lugar no dia seguinte. Foi na madrugada desta noite que presenciei um dos parceiros dela no portão e depois ela chegou para abrir o portão. De onde estava, podia ouvir os sussurros e risos deles.
As brigas com Neuza se intencificaram e fui forçado a ser duro com ela que se defendia atribuindo a Tia as confusões, falei que ali ela não tinha nada e que teria que respeitar as suas Tias.
Dias depois, houve mais uma baixaria e uma série de ameaças que fez as Tias e a mim e que teve lugar na a sala de Helena , pegou o telefone a passou vários minutos converçando e no outro dia, depois das 10 horas, Helena foi encontrada em convulsão no chão. Vitima de um AVC. Pela manhã ela passou pelo corredor da casa da Tia e não lhe prestou socorro, só depois que a Mary chegou foi que notou os barulhos e lhe deu socorro, entrando imediatamente em contato comigo que buscamos a ambulância e a encaminhamos ao Hospital. Foi medicada, mas não quis ficar no Hospital e no meio da noite, conseguir remove-la para casa, seu estado piorou e no dia seguinte foi encaminhada ao Hospital do IPES, e de lá para UTI do Hospital São José, onde entubada, passou quase 20 dias e só por milagre saiu com vida da UTI para a enfermaria onde passou duas semanas.
As confusões recrudesceram e Jussara que havia, matado os Bodes da Tia, porque estavam fazendo zuada, começou a mim atacar abertamente, ameaçando a todos, nisso fui uma manhã no Terreno e disse que ela ali não era mais benvinda e que fosse para sua casa. Não queria ela mais ali, antes, havia falado com Janete sobre o comportamento de Jussara, e ouvir dela que não concordava com as atitudes de Jussara e que já havia dito a ela que o Terreno era de José e que não tinha nada de herança, mas que ela insistia. Disse também que já havia mandado ela sair de lá. Informei que iria tomar uma posição e nesta manhã após eu ter dito a Jussara para ir embora, ela mim afrontou e disse que não iria sair e só sairia quando bem quisesse e que ali era dela também e se quando ela chegasse do serviço e notasse alguma coisa ela iria fazer o maior barraco e que eu tomasse cuidado que ela não era boba e que arrombava comigo. Levantei e fui a Delegacia, prestei queixa crime de jura de morte, e aguardei a posição do Delegado. Ela foi intimada mas não compareceu, mandou a outra irmã dizer ao delegado que não podia comparecer. A audiência foi remarcada e nesta dia chegou acompanhada da Janete e antes a minha afirmação diante do delegado sobre a questão e o argumento de que a presença dela no local, era perigoso para as Tias, principalmente a Helena que já estava com alta do Hospital.
O delegado mandou ela falar e ela começou a mim chamar de mentiroso e que ela não havia dito que iria me matar e que eu já tivera diversas vezes prometido de morte e que diversas pessoas já haviam dito que iria me matar e daí começou a dizer que queria a parte dela no Terreno e que a mãe dela morreu porque não teve dinheiro para comprar remédios e que gritava o tempo todo que ele desse a parte dela e que a Tia Lurdinha havia chamado ela para morar lá no Terreno porque tinha medo dele e era para não deixar ele chagar perto dela e que ele estava fazendo um mansão no Siqueira Campos com o dinheiro da mãe dela e que ...., a certa altura o delegado pediu a identidade dela e ela começou a chorar, ele perguntou quanto tempo ela precisava para deixar o local e ela prontamente, sem choro e sem lágrimas disse que precisaria de 90 dias, ao que o delegado preparou o documento e rispidamente mandou que eu assinasse, como tentei argumentar ele puxou o documento, assinou, mandou ela assinar e passou para mim que assinei, perplexo, ela saiu do gabinete sorrindo e do lado de fora riu, comemorando com a Janete, quando olhei para as duas elas não deram a mínima, voltei ao gabinete e falei ao delegado que disse que isso eu resolveria na vara de família.
Helena recebeu alta e foi direto para a casa de uma outra sobrinha, a filha de nossa irmã mais velha, passou uma semana e retornou para sua casa no Terreno,
Para sua proteção, contratei uma senhora para morar no Terreno, mas a mulher não ´passou dois dias. Entrei em contato com outra que foi morar lá com o marido e recebia constantemente indiretas e provocações por parte da Jussara. Todo o tempo em que passou lá foi de aviltamento e provocações. Como manipuladora , tratou de colocar todo pessoal contra mim e até o irmão que cresceu ali com as Tias, o Jorge, passou a hostilizar as Tias.
Diante de toda questão. Jussara deliberadamente provocou a morte de Lurdinha, e quis matar Helena, no curso do conflito, apresentei queixa crime contra Raimundo, acusando da morte de Lurdinha e ele morreu e não compareceu a Coordenadoria de Pessoas Vulneráveis. Quando fui informado de que ele estava dificultando a ocupação dos quartos, que foram transformados em lojas e que estava ameaçando os inquilinos, fui lá falei que ele não impusesse nada e que os imóveis era para a manutenção e tratamento das saúdes de minhas irmãs, e que ele ali não tinha direito a nada, ele então falou que era Jussara que estava fazendo confusão, dizendo que ele era dono de tudo, para não deixar fazer nada.. A mim ela dizia o contrário, queria que eu passasse o imóvel para a sobrinha que era afilhada de Lurdinha, porque seu irmão Jorge, já tinha passado a casa que era dela e do irmão que a Tia Bibi havia dado, para o nome dele e o que era que eu ira fazer.
Diante do quadro. Acuso Janete, Janizete,. Jessia e Jussara dos crimes contra a vida de Neuza,Helena e Morte de Lurdinha, sendo a responsabilidade intelectual de Janizete e cumplicidades de Jorge, Jessia e Janete sob a autoria de Jussara que atentou, matou, violou e desrespeitou o local sagrado do Terreiro, transformando a casa da Tia em Bordel.

CASO DE POLICIA


VIOLENCIA.

LINCHAMENTO MEMORIAL

Desde que fundei a Entidade em 1968, venho impondo a realização do meu sonho em torno da questão física para compartimentar as ações e dar funcionalidade as operações administrativas com o conforto necessário ao exercício funcional.
Já investimos em diversos municípios: Em Laranjeiras nos anos 70, compramos um antigo Sobrado, ali funcionava a Galeria Castro Alves e o Posto de Pesquisas. Infelizmente após o desabamento, tivemos de nos desfazer por conta de não poder recuperar.
Em Salgado alugamos um pequena Casa para funcionar como Espaço Social e de Lazer, mas não levamos adiante, tendo em vista ter sido invadida e relocada pelo proprietário a nossa revelia.
Buscamos localização em Riachuelo, Japaratuba e Thomaz de Geru, mas não tivemos o sucesso programado.
Em Nossa Senhora do Socorro, implementamos na Piabeta a Escola Comunitária em uma Casa aluugada e iniciamos a construção da sede, mas a diretoria local não funcionou devidamente e tivemos que nos retirar, trocando o terreno e as benfeitorias por uma Casa no Santos Dumont, onde promovemos a construção da sede e ali erguemos um prédio de dois andares, para dar funcionalidade as demais áreas construídas em frente, constando de salas de aulas e auditório. Compramos uma Casa na esquina e a transformamos na sede do Memorial João Mulungu e Escola. Este imóvel foi vitima de invasão e depredações, liderada pelos vizinhos, que mais tarde provocaram o desabamento do auditório com o objetivo de invadir o terreno, e invadiu e só depois de mais de cinco anos, reavemos através de decisão judicial e logo o vendemos para dar sustentação as obras da Sede do Centro de Pedagogia Afro Sergipana.

Há oito anos o Centro de Pedagogia Afro Sergipana passa por problemas de continuidade, baseada em falta de recursos, perseguições dos vizinhos, falta de apoio das autoridades, vítima de pedreiros e ajudantes ladrões, vigaristas, trambiqueiros, que, além de roubarem equipamentos, praticam as extorções das mais diversas, com o objetivo de arrancar dinheiro, supondo sermos milionários, e nestes 8 anos , mais de 70 pedreiros e 200 ajudantes, passaram pela obra, muitos dos quais não passava nem um dia, era pago e dispensados por incompetência, embriagues e outros vícios.

Recentemente o pior grupo que já esteve aqui na obra, trabalhando com os recursos da venda da nesga do Santos Dumont, provocaram diversos desvios, amarravam o serviço, impunha a cada vez que retornava, um preço a mais, começou com 30 reais a diária e acabou em 50 e um dos vigarista, sabendo as minhas dificuldades e problemas com as perseguições dos vizinhos e que os recursos já não davam para continuar os serviços, e com raiva por não ceder as suas insistências para retorno de dois ajudantes vigaristas que quiseram mim dar um golpe, abandonou o serviço e dois dias depois veio buscar o pagamento e após receber, disse que queria que eu lhe desse mais um dinheiro pelo tempo que trabalhou. Como neguei dizendo que não tinha nem para completar a semana do outro, disse que se eu não desse ele iria a justiça, a que lhe respondi que ele fosse fazer o que quizesse. Depois fiquei sabendo que ele antes de deixar o serviço, chamou os outros para fazer o mesmo e ir a justiça do trabalho, deixar o negrão de tanga, fazer ele vender tudo para pagar a gente, no que foi interrompido pelo outro,perguntando qual direito ele tinha, se não trabalhava nem uma semana e que no mês o serviço não dava nem duas semanas e passava mais de dois meses para recomeçar. O que iria resolver. E também o assédio que fez ao ajudante, para que fosse sua testemunha e que lhe daria 200 reais. O que o ajudante rebateu que ele não tinha o direito de fazer uma coisa dessas com seu Severo e que ele olhasse o que tinha recebido daqui e como era bem tratado.

No dia da audiência ele levou um dos 2dois vigaristas que quiseram mim dar o golpe , o qual afirmou a juíza ter trabalhado um mês e afirmou todas as acusações contidas no processo. O outro foi citado duas vezes mais não compareceu. Na verdade os dois k2vigaristas trabalharam uma semana e ddois dias, de segunda a sexta, pois se recusavam a trabalhar no sábado, mesmo só recebendo os dias trabalhados, e na segunda feira, vieram mim dar o golpe, a mando do pedreiro que já sabia a resposta. Diante disso eles disseram que não tinha jogo e abandonou o serviço e por conta disso os pedreiro foram embora por falta de ajudante. No dia do pagamento foi pago o dia que eles não trabalharam por falta de ajudante, um pedreiro devolveu o dinheiro dizendo que não havia trabalhado, mais ele disse não trabalhou mais veio pro serviço e tinha direito ao dinheiro. Foram por causa desses dois vigaristas que ele tramou o golpe da justiça do trabalho. De forma continua os dias trabalhados por ele não chega a 70 dias e alegou na justiça que trabalhou 6 meses.
Com a saída de Tonho, o tal pedreiro , fiquei refém dos outros, Humberto e seu filho Cezar, comandado pela Solange, mulher de Cezar, motor de discórdia, mulher dominadora e manipulista. O fatos dos dois se propuserem a depor a meu favor, desenvolveu o pior processo de manipulação, logo o Cezar ameaçou deixar o serviço se eu não o aumentasse, como a sua mulher queria. Pediu 30 e eu dei 25, o serviço continuava amarrado e liderado pela Solange que estava todo dia no serviço e mesmo sabendo que eu não gopstava e não aprovava, fazia para mim provocar. Todos os dias shavia discussão entre o pai e o filho, e, depois vir a confirmar que era provocações a minha pessoa. No dia da audiência eles estavam trabalhando em outros lugares, telefonei e afirmaram que estariam no horário. A Solange exigiu a sua presença e não houve como espera e foi conflitante esse dia. Por motivos técnicos a audiência foi marcada para outro dia e as tensões foram aumentando e, como os acontecimentos foram piorando em torno de mim e as chantagens se pronunciando por conta da minha indisponibilidade financeira e pela imposição da Solange em não deixar que o marido trabalhasse dia de sábado e domingo, como solicitei, para concluir alguma coisa em finais de semana.

Como ficou evidente o meu receio pelo não comparecimento dos dois na audiência, fui na delegacia e prestei uma queixa sobre a questão, certo de que se eles não comparecesse eu usaria o documento para a juíza deliberar e promover a presença das testemunhas hostis. O fato não ocorreu e no dia aprazado Cezar compareceu e o pai foi direto para o tribunal, houve a audiência e retornamos. Dias depois quando vieram buscar o dinheiro que mensalmente lhes dava como gratificação pela ocupação do prédio da sede no Santos Dumont, que havia sido objeto de depredação por parte dos vizinhos e dos drogados. Coloquei na rádio o chamado e eles por trabalhando para mim, se interessarão e Solange precionou e eu cedir, dispensando o rapaz que não havia ainda feito a mudança. Nesta ocasião lhes falei que devido a minha falta de dinheiro e que estava esperando já ter vendido o imóvel, não poderia mais contribuir com o dinheiro mensalmente como combinado e que iria colocar uma família na parte de baixo. Solange argumentou que não podia voltar para casa dela no Marcos Freire porque iria prejudicar a escola dos filhos, e que também não poderia alugar uma casa no bairro que era muito cara. Lhe falei que não precisava sair e que o que não mais seria possível era a contribuição mensal e que no final do ano letivo ela podia ir para casa dela. Quanto a família que falei ela foi ríspida e disse que não queria ninguém no local porque tinha seus filhos e não queria mistura., falei que a situação requeria uma ação cooperativa e que a pessoa era de minha confiança.

O pagamento foi feito em duas vezes e, logo depois recebi um telefonema de Humberto por conta das reclamações da Solange, o Humberto foi trabalhar em Própria e o César acertou de chapiscar o teto da Biblioteca e, além disso já se passava mais de uma semana que minha irmã havia entregue o meu contra-cheque a Solange para mim entregar e sempre que vinha na minha casa saber do dinheiro, dizia que tinha esquercido. Reclamei a Humberto o caso e disse que havia falado com os dois sobre a questão e não havia gostado dela ter ligado para Própria para reclamar de mim e depois disso, o Cezar não veio dias depois trazer o contra cheque e fazer o serviço. Paguei o restante e peguei documentos de água, luz, telefone e saldo bancário , coloquei numa sacola e mandei ele entregar a Solange. Foi, não fez o serviço e não deram mais nopticias.

O que tinha desconfiado se confirmou. O meu contra cheque foi violado, certamente eles queriam confirmar o quanto eu recebo por mês e fizeram a safadeza, certamente desconfiados por ter recebido os documentos abertos que lhe enviei, deixaram de vir aqui. Procurei o Contrato que a Solange assinou, não encontrei e logo pensei que o Cezar pegou se a mando dela não sei. Só sei que o documento desapareceu e o Cezar sabia onde estava e tinha acesso ao local. Tenho a desconfiança que estão aprontando alguma contra mi e que Humberto está envolvido.
Coloquei minhas dúvidas no Orkut, para ter uma referência. O Contrato está no computador, mas infelizmente a cópia assinada foi roubada e se roubaram é porque tem más intenções.



O dinheiro para a construção do prédio, tem sua origem diversa, principalmente em empréstimos consignados, prestação de serviços a secretaria de educação através do Projeto Cultura de Educação João Mulungu vai ás Escolas. Venda de Patrimônio.
Em Aracaju, a Entidade funcionou na Rua de Mato Grosso, Goiás, Jane Bomfim e retorna funcionar na Goiás e tem uma área em Itaporanga para o Núcleo Ecológico Ossain que está a venda para conclusão das salas de aula do Centro de Pedagogia Afro Sergipana.

Memorial da Violência.