quinta-feira, 17 de setembro de 2009

RACISMO EM DOSE DUPLA


Para atender a emergencia da séde do Santos Dumant
a Casa de Cultura, parou e suspendeu todas as suas
atividades, prejudicando o lançamento de Mariow, as
edições de Visões e Queleoid - as palestras e os pagamentos
das obrigações, concentrando todos os recursos pessoais do
Coordenador Geral, na recuperação do prédio e ainda não atingiu
10% do serviço.
Se a entidade merecesse as atenções do Estado, o assunto ja teria
sido cooncluyido, mas, até a prestação de serviços ao Estado, foi
excluida pelo governador.
Mas a dor passa, como tudo passa e a Banda vai passar

PARTIDARIZAÇÃO DO MOVIMENTO NEGRO


O Movimento Negro Sergipano está a deriva.
Partidarizado, a comunidade cristaliza sua identidade
e esquerce a luta por seus Direitos Constitucionais
conduzida e estimulada a passividade da Politica
Assistencialista do Governador Marcelo Deda e seu Mandarinato

DENUNCIA


Séde do Santos Dumont - Área de Vivencia Social, invadida e depredada
pelos traficantes, ladrões e viciados, sob a passividade dos vizinhos que,
se utilizaram dos serviços dos marginais, para promover as ações.
Encomendavam o que queriam comprar. E eles roubavam para lhes vender.
é assim que os ropubos e as invasões se proliiveram na comunidade, os
marginais roubam para atender os pedidos dos vizinhos e manter seus vicios.
Roubam por encomenda

GOVERNADOR JOÃO ALVES FILHO





quarta-feira, 16 de setembro de 2009

DEDA - GOVERNADOR DO PT


Governando o PT, o advogado Marcelo Deda, governa para o pt, defendendo privilégios aos seus amigos, esquece o fundamental, a igualdade de oportunidades, gestão democrática e respeito a diversidade. Sergipe já era um Estado Racista, agora cristalizou o sistema com a institucionalização do Racismo Institucional, seus amigos nos espaços de poder, pode tudo contra o coletivo Negro, desde a partidarização de entidades do Movimento Negro a perseguições perversas aos que não se alinharam ao centralismo do seu poder.
Um Governo reducionista, perverso e enganador.
Os serviços públicos sobre as Politicas Públicas, não consagra direitos aos negros, principalmente na Educação, Saúde, Cultura,Segurança... Sua preocupação é a sua cristalização no poder e para isso conta com o controle das mídias para destruir e esmagar a todos e tudo como instrumento de bargalha e decisão "politica". Destroi todo manifesto patrimonial do negro, impedindo sua emancipação, seu direito e oportunidades de produção cultural.
Seus orgãos são todos de orientação Racista, não consagram nada ao negro, até os negos puxa sacos que brindão o governador, são simplismente seus capachos, não há no seu staff nenhum NEGRO, os que por acaso lá estão, se consideram brancos e assim procedem.
O Governador é uma autoridade perversa, egoista e autoritária.
A Casa de Cultura Afro Sergipana, o Projeto Cultural de Educação João Mulungu vai ás Escolas, Severo D'Acelino, estão entre suas primeiras vítimas.
Dizem alguns que ele defenestrou o Projeto Cultural de Educação " João Mulungu vai ás Escolas" por se tratar de Projeto afirmativo para negros e por ter o nome de João, para não associar ao nome do Governador João Alves Filho,em cuja gestão, abrigou o Projeto com ações em todo territótio do Estado.
NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES DIIGA NÃO!!! AO GOVERNADOR PREDADOR DO NEGRO SERGIPANO.

ATA & ATOS



DOCUMENTO ABERTO EM 16 DE SETEMBRO DE 2009, PARA REGISTRO DE AÇÕES A ATIVIDADES RELEVANTES.
DIA 15 – As 14 horas, em reunião no auditório Lourival Baptista a convite da cenarabe, estive presente e percebi o grande equivoco da ação e das relações da entidade com o governo. Antes de usar da palavra, fui advertido pela presidente a apresentar contribuição positiva e não usar de criticas que pudessem prejudicar os objetivos. Fiz de conta que não ouvir ou entendi e fiz comentários e criticas ao governo e assinalei as relações equivocadas com o poder que não tinha nenhuma consideração ou respeitos com o segmento negro da sociedade, assinalando o retrocesso das leis e o retorno de nossa condição ao séc XVII com a escravidão e o monopólio da igreja católica.
Minha falação causou expectativas nos participantes e serviu de referencia a representante do secretário. Em sua falação, compreendi o verdadeiro significado da ação e percebi as relações da cenarabe com o poder, tendo em vista que estava presente supondo a sua posição anterior que era de independência do poder governamental, o ato explicitou a subserviência ao copir e a luta por privilégios pessoais. Decidir abandonar a reunião e não participar das ações da cenarabe por considerar oportunista e governista.
As 1230. Estive contatando o proprietário da empresa São Mateus, abordando os prejuízos que seus veículos causaram no prédio, o acidente com a instalação elétrica, os problemas causados ao computador e a caixa amplificada, rachadura das paredes,solicitando a reparação, bem como a construção do muro divisório do terreno que há mais de anos lhe vendi. Ficou acertado que mandaria seu eletricista aumentar a altura da fiação, que seu filho faria uma visita no dia seguinte para concertar o computador e a caixa amplificada. Ficou acertado que mandaria construir mais três redutores na porta , bem como que seus funcionários fariam as indicações pontuais a passagem dos seus veículos.
Antes de estar em contato com o empresário, estive no Fórum, buscando orientações para as ações reparadoras.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

JOÃO ALVES FILHO - GOVERNADOR DE SERGIPE



JOÃO ALVES ' O NEGRÃO DE RAÇA E ATITUDES'
Na volta triunfante ao Quarto mandato. O Mandato Cidadão
Na sua gestão Sergipe sorrirá com o brilho da Cidadania
Um Governo com projetos de Estado
Democracia e respeito a Diversidade
Uma revisitação Ancestral onde os Direitos Humanos serão prioritários.
Uma educação cidadão e pluricultural
Uma oficina de artes e cidadania com a vasta produção regional
Um Retrato da Identidade coom enfase na Sergipanidade africanizada.
Uma rede cultural com enfase e importância na municipalidade
Um Governador de um Estado laico e democrático
Uma Segurança Pública inovadora e revolucionária
Um projeto multiplicador de Saúde Pública
JOÃO ALVES FILHO O PRÓXIMO GOVERNADOR DE SERGIPE

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Falta de Ética;Prostituição; Dependência; Racismo; Inveja ou Insegurança na Mídia Sergipana



A mídia sergipana se notabilizou em troca de papeis e sobretudo seu pessoal, em demolidores, Mata cachorros, Capangas, Capachos, uma verdadeira quadrilha, sem contudo terem jamais a liberdade da razão. Um bando de lacáios sempre pronto a utilizarem do poder da mídia para destruir outrem em beneficio daqueles que no espaço de poder, podem lhes promoverem algumas migalhas em forma de CCs.
A sempre alvos para a prática criminosa dos “jornalistas”. Desde que denunciamos a tv globo por crime de racismo, que os “jornalistas” nos coloraram na berlinda. “Exclusão da mídia, sempre em função de “alguma coisa”: Os defensores da coisa pública não aceitam as nossas criticas e denuncias e por isso, boicotam os” meus supostos direitos a comunicação”em qualquer das mídias, até na net, sou boicotado com meus espaços “denunciados”.
São pequenos, coisificados, oportunistas,reducionistas e, sobretudo ignorantes de pai e mãe. Bendita a hora que STF deletou a coisa diplomada. Jornalismo não se aprende na escola, e não é para qualquer um. O Negro que fundou a Imprensa em Sergipe, nos deixou um legado filosófico: “Para que ninguém seja perseguido e discriminado, é necessário que o Poder detenha o próprio Poder” e com essa farsa de “quarto poder”, tem “jornalistas” que se acham, principalmente os governistas, partidaristas,párias,parasitas e os lacaios. Isso porque o governo é qualquer e faz da mídia seu instrumento de tortura para decapitar seus opositores e os que pensam e acreditam em democracia, aí ele vem com a mídia e ergue uma barreira e nos silencia. Um grito parado no ar. Um grito silenciado.
Se há jornalismo em sergipe, falta por certo, jornalistas, aqueles que transformam e que fazem a diferença. Os de cabeças erguidas, que lutam pelos que não podem lutar e ensinam a utilização das armas. Fora disso só temos alcoviteiros, pequenas autoridades, corporativistas, baixos e inferiores, os capangas do poder, paus mandados que se recusam a pensar, os reducionistas e caluniadores que andam vendendo seus serviços a quem esta no poder.
Nisso há uma distância na historia recente deste estado, o Jornalista Orlando Dantas de saudosa memória, o ícone da decência e da ética. O Jornalista que mudou os rumos do Estado e abalou estruturas do poder.
Hoje a imagem se desloca como um reflexo de baixaria, a realidade do jornalismo sergipano, quanto pior, melhor, se não tem ou desconhece a ética, melhor se situa no lodaçal do poder. Exemplifica o Blog do David Leite. Nada melhor para vê o jornalismo sergipano e sua prática cotidiana.
Como reage a nossa imprensa:
Se somos ativistas e depomos contra o governo, se não fazemos parte da camarinha do governador, se não dizemos amém e reproduzimos a palavra de ordem do partido do governador ou se não nos partidarizamos, somos excluídos de todas as ações de Estado e do governo. Somos excluídos de todos os Direitos Constitucionais, principalmente do acesso a mídia que é controlada pelo partido e pelo governo que exercita o regime maniqueísta: Se não é a favor é contra.
Não há garantias constitucionais, somos párias e vivemos á deriva, perdemos todas as conquistas, não prestamos serviços e somos sistematicamente perseguidos,discriminados em todos os níveis. Emprego, trabalho, saúde, educação, lazer, segurança.
Se somos agredidos, não temos a garantia da segurança pública porque não fazemos parte da camarinha do governador e ou do partido. Tudo para nós é mais difícil ” Para os amigos, tudo. Para os outros, Nada”” .
O controle é feito pela imprensa fascista racista e dependente. Controladora “das nossas ações sempre silenciadas, como as nossas questões e condições” Quanto pior nós estivermos, melhor para o governador e seu partido.
O governo e sua facção criam dificuldades para nos vender facilidades e nos aprisionar pelos favores que diz fazer, isto são quando os nossos direitos são respeitados, torna-se um favor especial do governador e seu partido.
Quem levantar as questões da Casa de Cultura Afro Sergipana e do seu coordenador, vai verificar as ações fascista de governadores equivocados cujo ápice se encontra no governo do PT, cuja armadura se transporta para a definição do reducionismo em torno das questões e condições do negro. Ideologia perversa de signatários do poder dominador, dominado pela arrogância.
No dizer de David Leite ” O Mestre tinha parâmetros rígidos sobre o caráter do seu ofício. Sua ideologia era o bem-informar. Jamais alugou a pena para proteger governos falidos ou serviu como “jagunço” contra os desafetos do poder de plantão.”

sexta-feira, 10 de julho de 2009

CORRENTE LITERÁRIA DE SOLIDARIEDADE




Vamos fazer uma Corrente literária da Amizade, para difusão de nossa produção literária, numa Campanha em favor das Obras Sociais da Casa de Cultura Afro Sergipana - A conclusão da reforma da Área de Vivência Social " Odilia D'Acelino"
Cada Amigo(a), pode passar 10 kits, com 2 livros, no valor de 25 reais, postados e, solicitar que os seus Amigos façam a mesma coisa, numa ação multiplicadora.
Uma Ação entre AMIGOS

sexta-feira, 1 de maio de 2009

DEPREDAÇÃO DA SEDE - POR TRAFICANTES E DROGADOS










CASA DE CULTURA AFRO SERGIPANA
ÁREA DE VIVÊNCIA SOCIAL
ODILIA D’ACELINO
COORDENAÇÃO GERAL
Rua JANE BOMFIM -1252 – SANTOS DUMONT (324-5936 ) 49.089-320-Aracaju-Sergipe


LEVANTAMENTO PRELIMINAR DOS ARROMBAMENTOS E INVASÕES DA SÉDE:

Histórico:

Após o falecimento das Diretoras: Administrativa e do Patrimônio, Maria Emilia dos Santos e Maria de Lourdes Santos, enquanto o Conselho Cultural era sediado no Siqueira Campos, com os serviços de construção das salas de aulas do Centro de Pedagogia Afro Sergipana, o prédio do Santos Dumont foi sistematicamente arrombado e invadido pelo vizinho, roubando, depredando e ocupando a área para prática de ilícitos, onde as drogas prevaleciam.

Por diversas vezes foi prestado Queixa na Delegacia do Bairro e na do Bugiu, bem como chamada a Policia, que em lá chegando não evidenciava nada, tendo os criminosos se evadidos para logo em seguida, voltarem a praticar os roubos e depredações com requintes de perversidade, certos da impunidade, tendo em vista que apontava para o irmão mais novo a prática dos roubos por entender que a sua menor idade, lhes davam impunidades.

Enquanto isso, a Gangue aumentava e as invasões e os roubos também, visto serem além de viciados na maconha e no craque, eram também fornecedores, uma vez que na sua casa era negociadas e consumidas as drogas. Uma Boca de Fumo entre as demais na localidade, sendo que lá era mais freqüentada pela facilidade de consumo no local.

Todos da vizinhança têm conhecimento e calam. Sabem e vêem as ações criminosas da Gangue de Maria Nova, formada por seus filhos, netos, nora e liderada pelo mais velho e sua mulher que nos conflitos internos é substituído pelo irmão BUIA. Esta Gangue é composta de PIO, BUIA, JORGINHO,MARLI( a mulher de PIO) TITA e NOVINHO (este está na Penitenciaria, no lugar da Marli, sua cunhada), além de outros elementos, inclusive um tal PASTOR.

Às vezes em que fui, falar com PIO o responsável pelos irmãos, ele dizia que não tinha nada com isso e que eu fosse falar com “eles”, se referindo aos irmãos e pedindo que eu fosse buscar a policia para botar eles na cadeia e fazer eles dizer a quem vendeu e a sua mulher Marli, sempre assinalando que não tinha nada com isso e, se a Policia prendesse o marido dela, ela iria abrir a boca e apontar todos eles.

As ações da Gangue, foi estimulada por moradores do local e também pela minha sobrinha que, perversamente, desligava a força de luz, facilitando a investida dos criminosos.

A Gangue destelhou a própria Casa e começou a vender as telhas, madeirames e tijolos. No ato, derrubou o muro da Casa de Cultura, facilitando a invasão, Informado foi acionado a Policia e no local, buscamos reparar a depredação e concertar o muro. Foi colocado pedreiros para fazer o serviço, mas eram na minha ausência, ameaçados. Diversos trabalhadores contatados desistiram de fazer o serviço, com medo da Gangue.

Tentamos comprar o terreno, mas o preço pedido foi alto e desistimos, pelo preço que oferecemos, foi vendido a outra pessoa( tido traficante e dizem que foi paga menos de 30 por cento em espécime e o resto de droga. Este mesmo elemento, já adquiriu diversos prédios no local, usando o mesmo expediente e dizem, comanda as bocas de drogas do local). O crime mais recente foi o roubo da Caixa d’água que fizeram, retirando a caixa do terceiro andar e após perceber a presença da Policia, soltaram e se evadiram, a caixa foi recuperada mais quebrou. Ela seria vendida ou trocada por droga.

A característica da comunidade é de medo e participação silenciosa, uma vez que compra o que se rouba do vizinho e isso fortalece o roubo no local.

Interrompi as ações na sede do Siqueira Campos, para ocupar o prédio do Santos Dumont e recuperar os estragos para impedir que o prédio viesse abaixo e continuasse a ser “Quartel dos Drogados” tendo em vista de ter sido ocupado pela Gangue de Maria Nova, agora Sem Teto e se apropriou do local, impedindo qualquer aproximação de quem quer que fosse lá e, como o prédio oferece visão estratégica, nunca eram flagrados pela Policia.

A minha presença é uma presença de risco, porque impede a ação criminosa no local e no entorno da Entidade e por isso, sou sistematicamente hostilizado, mesmo que silenciosamente, constantemente apontado e o prédio diuturnamente assediado para invasões. Passo o dia com os trabalhadores e a noite de vigília e neste processo desgastante, sofro constantemente por não ter mais saúde e resistência para ficar nesta ação sem ajuda, pois quando percebe que não estou na área, fazem todo tipo de ações intimidatorias.

O Levantamento preliminar do que foi roubado:
-pia inox 02
-Portas de madeira 02
-mesas de reuniões 03
-cadeiras de rodas 02
-telefones 04
-TVs 02
-videocassete 01
-fitas cassetes(material de pesquisa)45
-fitas VHS (material de pesquisas) 72
-luminárias 22
-vasos sanitários 04
-máquinas de datilografias 05
-máquinas eletrônicas 03
-ferro elétrico 01
-arquivos de ferro 06
-armários de ferro 02
-portões de ferro 16*
-grades de ferro 22*
-basculantes de ferro 16
-cadeiras de ferro 180
-poltronas 04
-sofás 03
-cadeiras funcionais 08
-bureaux 08
-estandes de ferro 06
-rádios 03
-colchões 02
-strado de cama 01
-lanternas 04
-caixa de som 02
-microfones 08
-pedestais de microfones 06
-companhias 03
-cadeados 22
-ventiladores 04
-cadeiras comuns 16

Na primeira invasão, os espaços da Entidade ficaram cheios de documentos e livros espalhados por todo lado. Esse material precariamente foi colhido e recolhido para o Barracão do IYLE ASHE OPÔ AIYRÁ e aos pouco, enviados para o Siqueira Campos. Muito documento foi perdido. A maioria das depredações foi registrada em fotos, como uma memória aterrorizante.

Este documento foi redigido, na manhã do primeiro dia de Maio de 2009, por mim, José Severo dos Santos – Coordenador Geral , com o propósito de referendar informes ás autoridades dos Poderes do Estado.



Aracaju, 01 de maio de 2009.











A

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

DEU NOS JORNAIS - JORNAL DA CIDADE


Sergipanos confiam no governo de Obama
Publicada: 06/11/2008


Texto: Antônio Carlos Garcia

A vitória do primeiro presidente negro na história dos Estados Unidos, o democrata Barack Obama, foi vista com alegria por alguns sergipanos. Na definição do eletricista José Alves de Oliveira, “Obama é o Lula”, numa referência ao presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva.

Como em todo mundo, também em Aracaju, as pessoas apostam que o novo presidente americano, que tomará posse em janeiro, faça a diferença na hora de tratar questões como racismo – ainda forte nos EUA. O presidente da Casa de Cultura Afro Sergipana, Severo Dacelino, a vitória de Obama já estava profetizada há 40 anos pelo líder negro Luter King. “Obama conquistou o mundo, mas ele não será o presidente somente dos negros, como acontece aqui no Brasil, onde Lula é presidente do PT”, alfinetou Severo, esperando que o novo presidente americano tenha muito sucesso. O líder negro sergipano torce que Obama sirva de exemplo para as autoridades brasileiras, citando especificamente o presidente Lula, que está no segundo mandato, “mas que continua, somente, governando para o PT e não para o povo brasileiro”.

DEU NOS JORNAIS - JORNAL DA CIDADE


Segrase diz que vai imprimir livro de Severo como ele quer
Publicada: 18/11/2008


Em nota de esclarecimento enviada a este jornalista, a Segrase – Serviços Gráficos de Sergipe, sucessora da Imprensa Oficial do Estado – rechaça a acusação de racista que lhe foi passada pelo ator Severo D´Acelino, no documento que protocolou na Secretaria da Casa Civil. Naquela carta, Severo acusa o Conselho Estadual de Cultura de racista e estendeu a acusação à Segrase que estaria se recusando a imprimir um livro de sua autoria. Na carta ele diz que pretende pagar o trabalho e queria que ele fosse impresso exatamente como o escreveu, mas a Segrase estaria fazendo carga para não imprimir o livro se não passasse por revisão.

Na carta que enviou ao escriba, a assessoria de comunicação da Segrase diz que a editora do órgão sempre submete os trabalhos que vai imprimir a um revisor, especialmente treinado para tanto. A revisão feita pelo autor não é suficiente porque este não é treinado para fazer revisão. A Segrase diz que não é racista e que vai imprimir o livro do jeito que o autor quer.

A Nota de Esclarecimento da Segrase tem o seguinte texto:

Nota de esclarecimento:

Com relação à matéria “Severo detona o Conselho de Cultura. E o Conselho de Cultura detona Severo”, publicada na edição do dia 11 de novembro de 2008, do caderno C, da Coluna de Variedades, do JORNAL DA CIDADE, devem ser feitos os seguintes esclarecimentos para os leitores desse veículo:

A recém criada Editora do Diário Oficial de Sergipe recebeu do seu diretor-presidente, Luiz Eduardo Oliva, a incumbência de implantar um sistema de controle de qualidade em todos os trabalhos que por aqui passarem. Desta forma, é feita a avaliação criteriosa de todos os produtos a serem impressos, desde a arte final das obras que recebemos até a revisão dos textos que aqui chegam mesmo àqueles que não vão receber o selo da Editora do Diário Oficial. Nosso objetivo primordial é implantar um conceito no mercado local e externo, de que aqui se produz material gráfico de excelência em qualidade, no que se refere à sua programação visual, bem como a revisão ortográfica e gramatical tão necessária para que uma obra chegue ao público sem que seja passível de críticas.

Temos respeito e admiração por Severo D´Acelino pelo grande ator sergipano que é, e que hoje faz parte de uma constelação de atores do cinema brasileiro, assim como o premiado Orlando Vieira. Este reconhecimento não se dá apenas pelo seu brilhante trabalho nas telas, mas também pela sua história de luta em defesa da cultura afro-brasileira. No entanto, quando ele faz acusações de conduta racista e de censura praticadas pela Segrase, é importante frisar que o nosso critério não é exclusividade da Editora do Diário Oficial, mas de toda e qualquer editora que pretenda se firmar no mercado, ou de qualquer gráfica que preze pela qualidade dos seus impressos.

Quando recebemos os arquivos com o texto do seu livro “MARIÔ o Terreiro de Ba’ Emiliana”, foi comunicado ao autor que faríamos uma revisão de toda a obra, no que diz respeito a diagramação, arte final e texto, até mesmo, porque pequenos erros de ortografia e de digitação escapam ao olhar não treinado de quem escreve, afinal, a preocupação maior está voltada para o conteúdo que vai passar para o público. Desta forma, o livro foi colocado aos cuidados de um dos nossos revisores, o poeta Feliciano José, que é graduado em Filosofia pela Universidade de Minas Gerais e pós-graduado em Estética, Educação e Arte. A revisão foi então iniciada por Feliciano, para que a obra chegasse ao público sem os erros tão comuns em qualquer obra que não passa pelo olhar treinado de um revisor. Também é importante esclarecer que Feliciano não é e nunca foi censor, muito menos racista (o mesmo possui traços visíveis da sua descendência afro).

Na ocasião em que recebemos um novo arquivo do autor contendo o texto, segundo ele “completo e revisado”, decidimos então, deixar de lado todo o trabalho em fase de conclusão e partirmos para a impressão do livro como o autor o apresentou, sem que seja colocada sequer a logomarca desta empresa, para que não sejamos responsabilizados posteriormente por tal trabalho. Portanto, fique claro que a nossa revisão foi direcionada exclusivamente para eliminar erros de digitação, gramática portuguesa e ortografia contidos na obra, pois o que buscamos é a realização do nosso trabalho de maneira cuidadosa, com a pretensão de prezar pela qualidade na execução dos serviços e produtos que levarão ou não o selo da nossa Editora. Mas, infelizmente fomos equivocadamente mal interpretados.

Assessoria de Comunicação da Segrase



Comentários do ConteúdoSevero DAcelino
25/11/2008 12:23
Até agora, o jornal não se preocupou em ouvir a outra parte. Entendo que não é assim que se deva fazer jornalismo. Na boca de quem não presta. Quem é bopm, não vale nada. Espero ser ouvido. Chega de Racismo. Basta de Apartheid.
Denunciar comentário ofensivo ou inapropriado.

DEU NOS JORNAIS - CORREIO DE SERGIPE


Apesar de ser crime, racismo persiste
Data: 27/02/2005


Há cerca de um mês uma jovem professora foi impedida de entrar no Teatro Tobias Barreto. O motivo? Ela é negra. Apesar de ter ido ao local como qualquer outra pessoa, pagando ingresso e tendo, portanto, o direito de assistir ao que bem quisesse, ela foi barrada. Fez denúncia, levou o caso até o conhecimento de movimentos representativos da comunidade negra, e não teve receio de relatar que foi tida como marginal. Racismo é crime contra a humanidade de caráter inafiançável.


Quem explica a situação é o coordenador geral da Casa de Cultura Afro-Sergipana, Severo D'Acelino, pesquisador da história e cultura negra. Ele milita no movimento negro desde a década de 60 e lamenta que apesar dos esforços empreendidos ao longo dos anos, a discriminação racial continua forte no país e Sergipe não fica atrás. A grande expectativa de Severo é que com a Conferência Estadual de Igualdade Racial, que acontece em Sergipe nos dias 8 e 9 de abril, promova ações mais concretas que impeçam o avanço do racismo no estado.


Severo observa que se faz urgente a afirmação de políticas públicas em relação ao negro, principalmente no que se refere à saúde e educação. Ele lembra da necessidade de se mudar comportamentos e atitudes, para que o negro possa ser respeitado e valorizado em todos os níveis, tendo seus direitos constitucionais legítimos assegurados na declaração dos direitos humanos. No âmbito da educação, o negro precisa, como observa Severo, de motivação e ainda de auto-estima para construção de sua identidade através de uma metodologia inclusiva onde a educação e aprendizagem possam de fato, dar a ele dignidade.


"O negro não nasceu para ser infeliz, e nem para fugir de sua própria raça, como solução para se manter na sociedade", observa o pesquisador. Ele atenta que o pardo e o mulato não se consideram negros e que Sergipe tem 86% da sua população um contingente da raça negra. Severo observa ainda que desde 1968, pesquisa essa questão. Negro, ele é de família oriunda dos canaviais do Cotinguiba tem em Gilberto Freire uma grande referência. Apesar de todo o esforço, uma lamentação: relata que a casa de cultura afro está praticamente de portas fechadas, por não ter como manter as atividades, sem recursos financeiros.

Ações - Mesmo com tantas dificuldades, Severo explica que Sergipe possui diversas ações afirmativas que foram alcançadas durante todos os anos de militância dos movimentos negros. A Casa de Cultura se destaca com o projeto João Mulungu Vai a Escola, levando conhecimento e informação do negro, e índio sergipano dentro de um processo étnico, histórico e cultural aprovado pelo Colegiado de Educação da Universidade Federal de Sergipe - UFS e reconhecido pelo Ministério da Educação.
A Casa de Cultura possui ainda ação de cunho legislativo com o reconhecimento do herói negro sergipano e a introdução de cultura negra na educação e em concursos públicos do estado. Existem ainda diversos projetos como o SOS Racismo no âmbito da comunidade e principalmente no seio da polícia, atingindo a Polícia Militar e Civil. "Hoje, há um entendimento bem melhor por parte da polícia em relação aos negros. Ainda não é o ideal. Existem casos graves de crimes contra o negro por parte da polícia, mas o passado é pior", explica Severo.


Ele lembra que o negro simplesmente por estar andando nas ruas, correndo ou nada fazendo, era visto como elemento nocivo à sociedade e apanhava publicamente por qualquer motivo. Hoje existe um entendimento maior e a PM vem buscando uma parceria com as entidades negras. Um outro trabalho é o Curso de Extensão mantido pela Casa de Cultura através do Centro de Pedagogia Afro-Sergipana, com o direito de promover a capacitação de professores nos assuntos de educação e aprendizagem na ação inclusive dos temas afros e indígenas.


Os cursos são de 40horas realizados em finais de semana e acontecem na sede da Casa de Cultura no bairro Siqueira Campos atendendo a universitários e professores. Dentre os temas debatidos, fica, como diz Severo, o problema da fuga empreendida pelo negro, de sua própria raça, para sobreviver. "É nesse sentido que esperamos ver as ações resultantes da Conferência Estadual, promover mudanças estruturais para que a igualdade racial seja o sinônimo da unidade e diversidade", observa o pesquisador.

Direitos e apoio - Severo D'Acelino atenta que por muitas vezes, o negro se sente constrangido e teme denunciar o racismo. Com isso, sofre calado, tem problemas cardíacos, estresse, palpitações e depressões profundas. Ele observa que há medo de denunciar para não perder o emprego. Outras vezes promove a denúncia, mas o racismo é qualificado como difamação e a pena para o infrator é atenuada. Ele conta que a Casa de Cultura recebe diariamente mais de 10 telefonemas por denúncia de racismo, mas, no momento, de testemunhar as pessoas temem se pronunciar.


A maioria não quer ir à delegacia, se sente inibida, por muitas vezes ser alvo de brincadeiras maldosas como piadas. Diante de tudo isso, Severo observa que seria importante uma delegacia específica para o atendimento dos negros e tratamento dos casos de racismo. "Isso deixaria as pessoas menos constrangidas e seguras de seus direitos, para que cheguem à Justiça sem sofrer nenhuma discriminação", ressalta. Sobre a Justiça, ele atenta que essa ainda não age com austeridade contra o crime de racismo.


Observa que poucas vezes, o racismo é configurado como deveria, o pesquisador lembra que o crime passa a ter muitas faces, muitos rótulos e quando se chega a um processo, por vezes, já se trata de outra acusação. "Precisamos lembrar o passado, de personalidades negras de Sergipe. Entre elas, estão: Tobias Barreto, Silvio Romero e João Mulungu. Eles não podem ser esquecidos", observa Severo deixando no ar a pergunta: se estivessem vivos também seriam discriminados?

Parceria - Ainda em relação a Conferência Estadual de Igualdade Racial, o secretário de Estado da Justiça e Cidadania, Emanuel Cacho esteve na manhã do último dia 23 na cidade de Estância participando ao lado do prefeito daquela cidade, Ivan Leite e de representantes de prefeitos de cidades circunvizinhas, da primeira de uma série de reuniões com prefeitos de Sergipe, no objetivo de conseguir apoio para a conferência que acontece pela primeira vez em Sergipe.

No dia 24, representantes da Sejuc estiveram em Nossa Senhora da Glória realizando a segunda reunião. Ele lembra que é de suma importância conseguir não só o apoio, mas subsídios dos prefeitos e assessores para a realização da conferência em Sergipe.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

QUESTÃO DA EDUCAÇÃO / A EDUCAÇÃO EM QUESTÃO



QUESTÃO DA EDUCAÇÃO
A EDUCAÇÃO EM QUESTÃO.

Louvo o Presidente operário , Sua Excelência Inácio LULA da Silva. O grande divisor de águas. O Inovador. O Anjo Anunciador. O grande . O kara que usou o veneno das Cobras, para modificá-las O Eremita. O Louco.
O Rei Sol. O PT é Elle.
Neste sentido busco a solidão da Educação, na trajetória deste Homem, onde os desvios continuam por pura perversidade dos gestores, dos sindicatos e dos grupos de pressões. Todos são unânimes em dizer que a educação esta sucateada, defasada, desqualificada e de péssima qualidade de um modo geral, tanto pública quanto privada e, todos têm uma formula para reversão e, no entanto nada acontece.

Os Professores continuam a receber os mais baixos salários, continuam desqualificados, continuam corporificados, continuam dificultando quaisquer mudanças continuam dificultando o desenvolvimento de qualquer projeto ou estratégias de melhoria da tal educação continua acomodado, continuam partidarizados, continuam descomprometidos com a formação dos alunos. Muitos são os Professores e poucos os Educadores.
Porque os professores não são avaliados sistematicamente, e, porque os concursos não oportunizam a apresentação de seus projetos políticos pedagógicos? Daí os aprovados, teriam a oportunidade de apresentá-lo em audiência pública a uma comissão de notáveis formada por membros de diversas organizações, incluindo a dos alunos e professores.
Se a formação da sociedade representa diversas culturas, porque estas culturas não estão presentes na Educação.

Muito dinheiro é carreado para a educação e são perdidos pelos caminhos. Tantos projetos são formulados e incluídos no âmbito da educação e nada de resultados. Quantas siglas têm o ministério da educação para tipificar esse ou aquele projeto e nada é apresentado de concreto? Só para citar: Os projetos da Merenda Escolar e do Transporte? Como podemos mensurá-los? Onde estão as montanhas de dinheiro alocado a esses projetos. E os Concursos e manutenção dos professores? Cadê os Recursos Humanos da Educação para formular Capacitação e avaliação dos Professores,
Possibilitando a sua mobilização na carreira. Formulação e Revisão sistêmicas de metodologias e projetos políticos pedagógicos com conteúdos reais da comunidades atingidas.

Os gestores da Educação devem e podem, sair do partidarismo, paternalismo e dos favores politiqueiros e promoverem a ABOLIÇÃO do Magistério e apontar prioridades na formação Intelectual; Técnica ; Cientifica e Física da comunidade Estudantil, uma vez que a Religiosa não é responsabilidade da Educação, mas seus indicadores os são.
Neste sentido cabe a eles promoverem os Treinamentos e Capacitações dos Professores como instrumentos pedagógicos antes de os colocarem nas salas de aulas e para isso é necessário um período de adaptação onde eles iram conhecer a cultura, psicologia e filosofia dos seus alunos, para melhor interação.

É prática da tradição negativa destes gestores, assim que recebem a listagem dos professores aprovados em concursos “ obscuros” e lineares, encaminharem os aprovados para as escolas da rede, sem a mínima preparação ou informação.

É necessário que eles sejam , após a classificação, capacitados em cursos especiais e técnicos para serem capazes de identificarem:
1- A cultura, tradição, usos e costumes do local a que vão servir.
2- A economia, modo de produção e subsistência.
3- O Patrimônio Histórico-Artistico e Cultural. A Geografia. Formação étnica
4- Política – Religiosidade – História – Filosofia – Arquivo Humano
5- Conflitos – Psicologia e Diversidade etno histórico e cultural
Diante deste universo da cultura local, terá um suporte positivo para o desenvolvimento de suas funções pedagógicas, com elevado índice de informações para promover a interação e aproveitamento dos seus alunos e sua progressão na carreira.

Não funcionar mandar professores para locais que ele desconhece a diversidade e não sabe identificar seus valores e, não terem respostas das suas ações. No concurso temos professores de todo território nacional e a rede pública de educação está presente em todo território estadual, com uma diversidade potencializada de cores e expressões locais que inibe a aplicabilidade da pedagogia em sua forma geral. Os professores têm que serem capazes de formular e desenvolver uma pedagogia baseada no conceito das tradições locais onde seus alunos estejam presente a cada manifesto e sintam a expressão de sua cultura.
Em assim sendo, as ações dos grupos de pressão, os corporativismo, passam a terem uma força nula. Tanto Sindicatos, políticos e grupos de interesses difusos, estarão voltados tão somente para a garantia dos direitos da categoria e os gestores, vão saber da aplicabilidade das verbas da educação em suas gestões, com a presença da comunidade, através dos Conselhos e do Ministério Público.

Assim teremos uma educação democrática, sem embargo da manutenção da identidade cultural e étnica dos educando, com uma progressão afirmativa dos professores e educadores e mais ainda se os gestores da educação através de suas diretorias, implantarem a gestão Escolar Partilhada, com seus diretores e Professores exclusivos, aí sim, o companheiro Luiz Ignácio LULA da Silva, teria menos cabelos brancos e dormiria legal sabendo que o Dinheiro da educação estava sendo aplicado sem nenhum desvio e que os alunos estavam sendo preparados para administrar o desenvolvimento Cientifico, Técnico e Cultural do Município, do Estado e do País através da Educação Cultural.
Ave Lula!!!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

MOVIMENTO NEGRO & MOVIMENTO NEGRO PARTIDÁRIO EM SERGIPE




l-Em 68 quando comecei e não havia PT, as coisas foram impactantes e com resultados afirmativos, onde as denuncias eram debatidas e crescia as ações em torno da Opinião Pública, facilitada pela mídia engessada pela censura militar, mas extremamente operante. Na época Jornalistas eram Jornalistas, todos eles sabiam de suas importâncias e não amarelavam ou ficavam deslumbrados. Com o advento do modismo acadêmico para jornalistas, as coisas começaram a mudar perspectivas diferentes do ângulo da visão do povo, passou a ser um jornalismo patronal e agora governamental, aliada ao que de mais podre existe no Estado partidário. Pior que o Teocrático. A mídia coloca na fogueira qualquer um que for contra o colonialismo e a fundamentação paternalista dos políticos que é diferente do poder ou do poder político e entre seus alvos estão os militantes negros em suas denuncias e luta contra o Racismo. Os Ativistas dos Direitos Civis, não tem direitos a expressão. A mídia chapa branca está fechada.

2-Com o PT o Movimento Negro, cooptado se tornou em instrumento de desagregação racial e reprodutor dos signos discriminatórios do poder. Uma força do de dentro, contra os de dentro, numa cristalização da ideologia da Casa Grande e do Recalque. Negros organizados e armados contra a fragilidade dos negros desarmados, mantidos sobre os acoites dos negros de alugueis, defensores do patrimonial da elite branca e dominante numa reprodução de grupos negros do passado, agregados aos “senhores”marginais.Olhas “Pais de Santos” Os Terreiros foram as maiores trincheiras da Resistência Negra e em passado muito recente, deu combate ao caça comunistas do Governo Maynard. Não envergonhe a nossa História e nossos Ancestrais. Se respeitem e façam lhes respeitarem. Botem essa Brigada para correr.

3-Hoje o Coletivo Negro desarticulado e inibido de se organizar, estão a deriva e a mercê das palavras de ordens dos políticos e ou facções do poder que violam diuturnamente seus Direitos, seguros de que seus facínoras darão conta de qualquer rebelião ou inconfidências “Aos que pensam, eles cortam os pescoços, os fortes, eles brutalizam e aos fracos eles banalizam” è uma situação criminosa, onde o terrorismo é a moeda de troca. O que estes “Negros” precisam é refletir do de dentro para o do de fora: onde estão as personalidades que eram estrelas do partido? Benedita da Silva. Matilde; Marina etc., só para citar estas mulheres. E Zé Dirceu? Juquinha? Quantos se articularam em torno do partido sem se preocupar com o Coletivo e até em si mesmo.

3-Nos governos de João Alves, Valadares e até de Augusto Franco, nós tivemos espaços garantidos nos debates em torno das Questões e Condições do Negro na Sociedade Sergipana. Na Imprensa; Universidade; Escolas; Comunidades; Legislativos; Judiciário sem nenhum embargo. Levantamos diversas campanhas e manifestos, diversas Leis foram produzidas etc., Y ahora? Donde está mim corazón? Na beira do Rio assoreado ou no Paredón? Estoy Emparedado. Vilipendiado, discriminado, desqualificado, desrespeitado, por conta da burrice de um grupo de traíras, ambiciosos que visam tão somente a realização de projetos pessoais.

4-Essa Brigada Negra, a cada dia amplia seu território em função do partido e dos seus políticos, para os quais prestam seus serviços e esses “políticos” são negros. Isso reproduz o colonialismo, onde grupos de negros a serviço de seus “senhores” aterrorizavam os demais negros e brancos, considerados “antagônicos”. Os terreiros de candomblés que no passado foi a trincheira da Resistência Negra Urbana, hoje é a trincheira de políticos do poder, e lá são atropelado todos os eventos da Resistência, onde os críticos e criticas ao governo são atenuados e defenestrados, Na luta contra o Racismo, se tornou o maior Instrumento Racista, reproduzindo todas as ações negativas que antes combatia e ajudava a combater.

5- Muitos Terreiros cooptados recebem sestas básicas de alimentos, como mimos do governador, sem se preocupar que estes “mimos” podem ser adquiridos sem nenhum compromisso através da Secretaria de Ação Social, após os devidos cadastros. Esta política de ação negativa é que cristaliza o Paternalismo e alimenta a Brigada de Negros Infiéis para brindar o governo e evitar o debate das ações racistas. Os demais grupos, tipo capoeira, rap, reggae e outros pagodes, são usados contra os próprios negros em luta por: Cidadania, Emprego, Moradia, Saúde, EDUCAÇÃO, Cultura, Segurança e outros Direitos Constitucionais e Legítimos.

6-Até mesmo estes grupos manipulados pela Brigada de Negros Infiéis que venderam suas almas ao Diabo, pois quando não eram partidarizados lutavam em beneficio do Coletivo, hoje partidarizados e alugados, lutam pelos seus próprios benefícios, e é por isso que estão sempre presente nos terreiros, nos grupos musicais, nas capoeiras etc, vigiando as ações e se infiltrando nas decisões. Até esses grupos quando são atingidos pelas violências do governo, são orientados a se calarem e por isso a Mídia não dar espaços para a comunidade negra exercer seus direitos e só aqueles pautados tem espaços garantidos.

7-Por essas razões é que se torna difícil o combate ao Racismo em Sergipe. Até a nossa página na internet é atingida pelas ações da brigada Negra do PT, que leva seu terrorismo ás últimas conseqüências para calar qualquer voz que se levante contra suas ações negativas. Já por diversas vezes fui, atingido pela violência deste grupo, tanto física ( em Socorro em uma palestra, por um militante e São Cristovão num terreiro de candomblé, pelo pai de santo preto e seu comandados brancos e em ambos fui Convidado), quanto moral e psicológica.
Espero que o PT não se perpetue no Poder e nestas Eleições vão querer ganhar por WO, no tapetão com um verdadeiro festival de EBÓS. Espero que Exu seja servido e dê o troco. Tem João Alves. Valadares; Albano Franco; Almeida Lima e tantos outros para oportunizar a grande virada. Eu voto contra a Brigada de Negros Chapas Branca.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

ESCRAVIDÃO CONSENTIDA OU CRISTALIZAÇÃO DA IDEOLOGIA DO RECALQUE NAS GUERRA ENTRE NEGROS EM DEFESA DOS SEUS NOVOS DONOS


Os Negros dos Negros.

Nós os Negros, somos julgados,
Não pelo nosso caráter
Ou qualificações.
Mas pela cor de nossa pele
Pelas aparências
E religiões.
Quanto mais pretos
Mais discriminados somos.


Severo D’Acelino

Convencionou-se não muito distante aqui em Sergipe, os atrelamentos de negros a grupos do poder., principalmente aos políticos.

Evidentemente que a época do escravismo, muitos negros se cumpliciava aos brancos, contra os próprios negros, a única proposta era a sua condição identitária de negro acochados e em qualquer local que estivesse era identificado como tal ( é o negro de fulano)e isso lhe dava status e algumas vantagens sobre os demais.

Também era comum alguns negros, abandonarem seus antigos senhores e ir procurar outros para lhes comprarem e assim passava por uma alforria, na medida em que escolhia seu senhor.
O movimento negro sergipano já algum tempo, com a chamada esquerda festiva, onde o espaço de poder foi modificado com sua inclusão iniciou esse movimento adesista, onde políticos começaram a se cercar de negros e os manterem como sua tropa de choque.

São os negros de Ana Lúcia, os negros de Conceição Vieira, os negros de Gualberto, os negros de Wellington Mangueira, de Edvaldo Nogueira, os negros de Rosangela, os da Cepir , os negros dos Sindicatos,os negros de Jackson Barreto, os de Almeida Lima os negros do Pastor Antonio, os negros dos Secretários, os negros dos Vereadores, etc..etc. Esse movimento veio a fortalecer a prática dos grupos representados pelos Terreiros e entidades negras, tidas e havidas como territórios de determinados políticos.

O pré-requisito para ter a posse integral destes indivíduos e organizações, é estar no espaço de poder, distribuir benesses e ser patriarcalista e estar dispostos a ser traídos e abandonados, quando esses indivíduos e entidades, decidirem a buscar novos senhores, agindo do de dentro para do de fora, numa cristalização da ideologia do recalque e da violência inter-racial animando o auto-etnocídio.

O objetivo é o controle total e absoluto do manifesto e garantir contingente para pela força, destruir seus oponentes. Pela obediência cega, executar qualquer tarefa, pois como zumbis agem sem consciência, agem para desempenhar suas tarefas.


Era também comum entre nós, os próprios negros terem seus escravos, sejam de ganhos ou domésticos, o importante era ser donos de escravos. Os negros alforriados além de amarrarem os cadaços dos sapatos e dependurarem nos pescoços para a identificação visual de sua nova posição buscavam possuir escravos para formar seus plantéis e se incluir no espaço de poder capitalista.

Os negros nos espaços de poder de Brasília e dos demais Estados, cotejam seus iguais no sentido de formar o maior plantel, para fortalecer suas posições políticas e mobilizações nos partidos e nas partilhas e nisso produzem cisões como elemento estratégico os que não se associam, tem as cabeças cortadas e são perseguidos e excluídos dos direitos (projetos, empregos, etc) Está declarada a guerra racial, onde as tribos de todas as cores investe entre si para destruir uns aos outros e declarar seu veredicto. São os Negros que manipulam, vendem e alugam os negros, numa síndrome do negro PAXÁ o maior traficante de negros na história da humanidade.

“Há políticos que passam ao largo nesta questão, ainda não identifiquei os negros de Valadares, de Jorge Araújo etc. “Este movimento estratégico imperra o desenvolvimento da comunidade, pois a expressão” tanto pior melhor” foi cunhada para provocar terremoto e auferir lucros políticos e pessoais. È a forma de manter-se no poder e fazer reféns a organização e lideranças.

Nota-se as guerras fratricidas, as violências tribais e étnicas do Continente, se reproduzindo aqui, patrocinada por políticos desonestos que aliciam negros de mentalidades escravas e os colocam no comando como bois de piranhas e buchas de canhões, para depois posarem de salvadores da pátria, mas o rombo já foi feito.
Neste fluxo, vamos encontrar os negros de Ganhos, aqueles que prestam seus serviços a qualquer um. Os negros Agregados, aqueles que trabalham sem direitos e sem salários, só pelos espaços comida e acomodação. Os negros Forros, os que se libertaram da influência do poder e começam a pensar e construir suas interpretações, os negros Manes Gostosos os que servem de sacos de pancadas, assumindo a sujeira dos seus donos.....
Negros safados
Ladrões, Traidores
Que vivem do movimento negro
Traindo a comunidade
Se vendendo aos partidos
Por um cargo no governo
Promovendo seus projetos pessoais
E se alimentando da desgraça
da comunidade. Não são meus irmãos
Meus irmãos são os que se insurgem
Contra o mandarinato paternalista
Que impedem o coletivo crescer
Que impede a nossa liberdade de ser
Meus irmãos são os combatentes
São os defensores dos nossos Direitos
Coletivos, Constitucionais e legítimos
Meus irmãos são aqueles que defendem
O Coletivo da sanha dos políticos
desonestos
Esses Negros Safados Amigos do Poder
Que vivem chupando o sangue da comunidade
Enganando, violando e agredindo a todos
para se manter no poder.
Não são meus irmãos.
Para eles, o desprezos dos que servem
Pois eles sabem o quão Covardes são.



Negros quilombolas, os que afrontam o poder em busca de mudanças e sobre si recai todo aparato de perseguições e são sistematicamente caçados pelos negros Capitães dos matos, os mata cachorros dos senhores.
Esse negros são instados a não se relacionarem com os outros, estão sempre a espreitas para informar aos seus proprietários os movimentos dos demais. Espionando também traindo os seus pares para ficar bem na fita e promover suas mobilizações dentro do grupo de poder.
Essa estratégia já foi muita e bem utilizada pelos dominadores, trata-se de dividir para reinar, neste sentido estabelece o conflito auto gerido onde os negros de uns políticos ou uns detentores de cargos não se relacionam com outro, ou seja: Os negros de Conceição Vieira não se relacionam com os negros de Rosangela que por sua vez evitam os negros de Wellington que rejeita os negros de Edvaldo e não andam com os negros da Cepir que odeiam os negros de Ana Lúcia que evitam os negros de Gualberto e não freqüentam as ações das Entidades Negras assinaladas e excluídas pelos seus senhores, donos, proprietários. Que não vão para tal reunião e quando vão é só para espionar e rapidamente informar aos seus senhores.

Há outra forma de ação colocada em prática, são as demarcações das áreas das comunidades de Terreiro e Quilombolas, todas elas estão demarcadas por esse ou aquele político ou funcionário.

Nos terreiros há a prática da macumba, chegam os interessados e falam para os pais e mães de santo fazer um ebó para acabar com determinado líder, grupo ou entidade, aí os marcados recebem uma visita em sua área que deixam a chamada “mão cheia”, queimam a sua casa, escritório, sede etc.

Os políticos sempre investiram nos Terreiros, mas não como agora. Antes respeitavam os pais e mães de santos, hoje são seus donos e capachos, os exus hoje são os que mais recebem oferenda, há sempre um cerimonial para exu, seja galo, bode ou boi. Exu está sempre na berlinda ao ponto de não se saber a que não pertencem os terreiros, se Quimbanda ou Umbandomblé.

Todos os dias saem enviados de terreiros as repartições públicas em busca do deputado, secretário, vereadores, assessores etc., com mensagens de pais de santos pedindo favores e encaminhando lista para aquisição de materiais para os ebós e as festas.
O negro se destaca na ação da dinâmica política, mesmo tendo sua cultura folclorizada, há olhar dos simpatizantes, estudiosos e de uma gama de pessoas assumindo a identidade negra, independente de sua pele clara e tomando o lugar do negro em todas as instantancias de poder, principalmente a cultural e jurídica.

Hoje os terreiros tem nova tez, os pretos fogem e os brancos assumem seus lugares. Para a sobrevivência cultural é uma boa, mas para as raízes culturais é péssimo, uma vez que as seguidas reinterpretações de nossa cultura nos tornará irreconhecíveis.
A ótica do branco sobre a prática e desenvolvimento da cultura negra é ótica de branco, mesmo com o seu olhar negro, haverá sempre o referencial branco. Mas se hoje os brancos assim procedem é porque tem o respaldo dos negros ou simplesmente, para preservar o patrimônio que seus donos não sabem reconhecer o seu inestimável valor e assim procedendo esta politicamente é correto.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

CONSTRANGIMENTO NO TERREIRO - A INSEGURANÇA E DESPREPARO DO CHEFE




Muita insegurança, vaidade e arrogância é o que encontramos nos terreiros de candomblés onde os pais de santos, despreparados se utilizam de expedientes para mostrar suas superioridades, constrangendo e desrespeitando os que lá vão, espontaneamente e ou por convite dos freqüentadores e filhos de santos.
Esse comportamento é para esconder suas falhas ou as falhas que acham que os assistentes vão perceber. Isso é insegurança, pois, cada casa tem seu modo de agir, ninguém está errado, cada um faz como sabe e como quer. Nem a mãe e ou pai de santos pode intervir no fazer da pessoa, para isso é que existe o livre arbítrio.
Utilizar da força, do vilipendio, da violência e dos filhos de santos para agredir pessoas em seu terreiro é uma falta grave. Uma descortesia enorme além de ser contra a tradição do candomblé e das relações humanas.
A agressão a qualquer pessoa em sua casa, seu terreiro é terrível, há outros meios de resolver as questões e não utilizar o vilipendio, força bruta, constrangimentos, para desqualificar as pessoas que deveria proteger, pois estão em seus territórios, seus domínios, mesmo que as ações sejam públicas.
É covardia quando se utiliza de violência, física, moral e psicológica para encobrir suas faltas, seus desesperos, medos e inseguranças para justificar o injustificável e ou ficar bem na foto e marcar ponto com os seus subordinados, transformando uma mentira em verdade, pela violência.
Já presenciei diversas manifestações de agravos nos terreiros de candomblé, já intervir diversas vezes para o equilíbrio da situação e até com a força policial já interferir no sentido de não provocar problemas de continuidade nas ações do terreiro, mesmo sabendo que a parte denunciante estava certa. Já presenciei agressões físicas em pessoas embriagadas assistente de terreiro por graduado do tal terreiro e inclusive já fui agredido moral e tive minha autoridade contestada mas a violência da agressão que recentemente passei em um terreiro, nunca fui vítima em mais de 50 anos de andanças.
Perguntei ao pai de santos se tinha algum problema eu fotografar o evento. Ele respondeu que não! Pedir ao meu acompanhante a máquina e posicionei para fotografar a quilo que determinei como Mandala dos Orixás,( era uma saída onde um parente próximo se incluía e, por sua causa, ali eu estava, atendendo a seu convite e de sua esposa, sendo inclusive transportado para ali por suas expensas. Três anos antes igualmente compareci para prestigiar a sua saída e na obrigação de três anos, mesmo cansado e não querendo sair, atendi ao seu convite) e cliquei uma foto e aí levantei para conseguir uma melhor posição, onde o Orixá do menino se destacava.
Neste momento ouvir uns gritos, era o pai de santo que vociferava, acompanhado de uma menina e outras pessoas que se colocavam a frente impedindo a minha visão. Fiquei assustado, pensando que havia acontecido alguma desgraça e foi quando escutei ele aos gritos perguntando se eu estava tirando fotos.
Olhei para ele e disse! – Oh Meu Velho! Você não disse que não tinha problema nenhum, eu não lhe pedir?
Eles então respondeu que não tinha dado nenhuma autorização e que ali não se tirava fotos e que eu apagasse o que tinha tirado que ele tinha satisfações para com o seu povo etc.
Respondi já sentado e entregando a máquina para o menino que estava comigo, que iria apagar.
Ele que estava sentado próximo a mim, foi no centro do barracão e pegou a iaô que estava dançando manifestada e colocou no lugar dele e pegou um banco e foi sentar distante em outro lugar.
A minha situação foi constrangedora, minha autoridade, foi desrespeitada, fui chamado de mentiroso publicamente, vilipendiado, desqualificado. Mas estranhamente fiquei tranqüilo, e acompanhei o xirê até o final, não demonstrando nenhuma irritação ou sentimentos constrangedores. Terminado a função veio um emissário do pai de santo para apagar as imagens e na violência, disse com voz calma e pausada que gostaria que eu fizesse a gentileza de apagar a imagem fotografada, pois a nação dele não aceitava que fotografias etc.
Respondi perguntando se ele sabia excluir a imagem que eu havia capturado, lhe falei da conversa que tive com o pai de santo e a sua permissão mas ela disse que a resposta que havia sido dada era não. Ato continuo mandei o menino pegar a maquina e quando fui pegar a máquina foi arrancada das minhas mão e imediatamente ligada para excluir a foto, tentei puxar para lhe mostrar a foto mas não obtive êxito e ele foi apagando o que era de lá e mais outras fotos, pele simples motivo de se parecer com um terreiro. Eram as fotos do lançamento do livro Mariow.
Enquanto ele, gentilmente mim violentava e agredia, a platéia estava atenta, talvez pela minha reação, percebi a reação de vitória e satisfação de todos, quando ele por diversas vexes passava e repassava as fotos da máquina a procura de mais alguma coisa que eu pudesse ter fotografado no terreiro.
Depois dessa sessão de agravamento, levantou e entregou a máquina ao menino e saiu para dar as noticias ao pai de santo, foi acompanhado por um grupo.
Fiquei como se nada tivesse acontecido, não dei a mínima. Mesmo estando explodindo por dentro pela afronta recebida. Fiquei onde estava fui servido e aceitei a comida que estavam distribuindo e em seguida levantei e fui procurar o motorista para retornar e no encontro lhe perguntei pelo pai de santo se ele o havia visto pois gostaria de apresentar as despedidas ao qual prontamente o motorista foi a sua procura e voltou trazendo o convite do pai de santo para que eu comparece até o local onde ele estava.
Fui La mim despedir e falamos sobre o caso ele tomando sua cerveja ofereceu ao que declinei, falamos sobre assuntos diversos, ele justificou o ato e disse que quando lhe falei, pensou outra coisa etc...etc.
Despedimo-nos e retornei para casa e durante o trajeto não abordei nada do assunto, só falei que não retornaria para a cerimônia que se daria na outra semana, respondendo ao convite da parenta que nos acompanhava.
Olha. A fotografia é um registro permanente e não há nenhum terreiro que tenha tradição de impedir a fotografia em atos públicos. O acontecimento foi uma ação deliberada, talvez por insegurança pela minha presença, por ciúme ou vingança. Nós somos antigos conhecidos da Escola de Teatro da Bahia, da Escola Técnica Federal de Sergipe e dos palcos da vida, nunca fomos amigos, mas sempre nos respeitamos e convivemos pacificamente, mesmo a distância.
As maiores cabeças do Candomblé da Bahia consideram, conhecem e respeitam Severo D’Acelino, nunca em canto algum do Maranhão a Rio Grande do Sul, fui vítima de constrangimento e de qualquer tipo de violência nas Comunidades de Terreiro a que fui convidado, visitei ou freqüentei.
Eu sei que tenho Orixá, e se ele tem, não sabe ter. Este episódio só contribuiu para mim afastar mais ainda dos devotos da Fogueira da Vaidade e dos Marmoteiros que tem medo até da sombra. Sera importante que eles coloquem avisos informando aos que ali chegarem as suas proibições. Para não constrangerem as Pesôas e aproveitem os graduados da casa para promoverem uma Oficina de Preparação Psicologica, pois ninguem quer ser vítima de desrespeito ou cliliques. Mire-se na Diplomacia e Elegancia do Axé Opô Afonjá e na simpliscidade de Mãe Stela. Um Amôr de Pessôa e é por isso que tem autoridade e é Respeitada. Okê Arô!!!
Sarava Exu.
Shango Meu Pai – Obá Mió

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO FINANCIA O RACISMO EM SERGIPE


A administração de Deda, não tem interesse em estabelecer Políticas Públicas para os Negros. É uma administração voltada para os acordos para a sua reeleição que não se dará. A cada dia esta administração produzem mais inimigos e conflitua em suas hostis. O chamado fogo amigo. Os negros que lá estão a discriminar os próprios negros e a organização negra, nunca foram ou se identificaram , reconheceram ou foram reconhecidos negros, são os capitães do mato, a serviço do poder contra o coletivo negro, tem o negro como ponte para o espaço de poder. São esbranquiçados, inseguros e arrogantes, tem muitos brancos que são mais negros que eles. Porque pensam e tem atitudes.É uma administração melancólica de assustados cheios de chefes, sem uma liderança si quer. Pelo sistema do autoritarismo do Mandarinato do Rei Sol.

A secretaria de estado da comunicação e o financiamento do Racismo e da Violação dos Direitos dos Negros, pela Imprensa que a cada dia cristaliza a exclusão do negro na mídia. O negro sergipano não tem acesso a mídia exemplifica Severo D’Acelino e a Casa de Cultura Afro Sergipana. Banir Severo da mídia é insultar o povo sergipano.
A secretaria é forte porque o governo é fraco, só se preocupa com elogios e esquece que o Racismo Institucional mais forte da História recente do Estado é na sua administração personalista.
Na próxima eleição, o governador vai saber o que João Alves já sabe.
Será que Albano, Valadares, Jackson, Gama e tantos outros, vão facilitar isso sem falar em Nogueira que agora procura consolidar sua”liderança” sem os entraves local. Sua expressão agora vem de fora. E depois que perder as eleições, há de perceber o quanto foi restritivo e cruel com as lideranças negras e o quanto poderia ter feito pelo coletivo negro sergipano, se governasse para todos. No dizer de OBAMA: Agente Pode.





domingo, 18 de janeiro de 2009

MANIFESTO AO GOVERNADOR MARCELO DEDA



Manifesto ao governador MARCELO DEDA.

EXCELENCIA.

Estou convencido, que o perfil de um governador democrático, não pode ser
- Arrogante, vaidoso, personalista, centralizador, autoritário, vingativo, hostil, reducionista, de visão maniqueísta, que troque o manifesto Filosófico de pensar o outro, pelo enquadramento Jurídico para penalizar seus supostos desafetos e que só goste de ser ovacionado, adulado e valorize o puxa-saquismo, punindo seus críticos, violando seus direitos, alijando do espaço de poder e das ações de Estado.

Acredito que o magistrado, deve sim, valorizar e respeitar as criticas em torno de suas ações e de sua administração, sem se preocupar em perseguir e vilipendiar os que lhes criticam, os que se sentem discriminados pelas ações do seu governo.
Acredito que como chefe ou líder de uma gestão, deve se proteger sim, dos aduladores e daqueles que só levam flores e as cabeças dos seus críticos para lhe homenagear, garantindo que estão cuidando e defendendo seu mandato.

Acredito que os críticos e as criticas são maiores e mais importantes do que os amigos de última hora, os amigos do poder. Só do poder, pois enquanto poder obter vantagens estão a fazer vassalagem e depois o esquecimento.
Os aduladores vão sempre dizer do seu fracasso e da sua insegurança, vão lhe trair como já traíram outros. Basta mirar a nossa história recente, quem eram os que estão em derredor de sua camarinha? Gosando de sua companhia e se aproveitando de seu prestigio como moeda de troca e de intrigas?

O governador sabe o que se passa nas periferias do poder? O que em seu nome fazem as pequenas autoridades? Como somos vilipendiados e excluídos das ações de Estado e de Governo. Como a imprensa nos silencia, crente que estão fazendo favores ao governador e como esta mesma imprensa é regiamente paga pelos cofres do Estado através da Secretaria de Comunicações, para prestar este desserviço ao Estado tido e havido como o mais racista do País.

Certamente sabe o engessamento que o Racismo Institucional provoca na vida da comunidade negra, principalmente quando no governo tem negros que estão sempre justificando as atitudes racistas do sistema e prejudicando as organizações e lideranças negras, que lutam por políticas publicas e melhoria de condições para o coletivo. Estes negros estão sempre se articulando para garantir seus lugares do espaço de poder, pouco se importando com o coletivo. O negocio deles é destruir os manifestos e garantir a plenitude de suas autoridades.

E assim é se assim quer, no entanto, mesmo sem espaços para reivindicar e apresentar as reivindicações do Coletivo Negro, haveremos de envidar esforços para continuar reivindicando e denunciando os Abusos, Corrupção, Traficos de Influencias, Ausência de Governo e de Estado e, sobretudo da prática hedionda do Racismo Institucional Sergipano referendado com a mídia que nos silencia, mas o Brasil não se limita a Sergipe e as aços não são estáticas. Por onde andar estarei denunciando as Questões e Condições do Negro Sergipano e o Apartheid a que somos submetidos no Estado da maior população negra do Brasil, apesar da nossa exclusão da mídia e, apesar da Secretaria de Estado da Comunicação.
Excelência. Estou convencido que Sergipe é o Estado de maior potencialidade desta Nação, só que precisamos de mudanças de Atitudes e Comportamentos e pensar mais o outro, só assim haveremos de radicalizar a democracia.

Aracaju (SE), 19 de Janeiro – Dia Estadual de Luta da Consciência Negra.


José Severo dos Santos
Coordenador Geral
Casa de Cultura Afro Sergipana

sábado, 15 de novembro de 2008

RACISMO - DENUINCIAS EM CONTRA- GOTAS


Se os Politicos Sergipanos não Combatem o Racismo.
Na próxima Eleição, vamos dizer NÃO!!!
Abaixo os Politicos Oportunistas a serviço da INTOLERÂNCIA.
Chega de Racismo
Basta de Apartheid
Abaixo os Politicos mercenários.
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Severo:

A Terra de SOLANO TRINDADE( Pernambuco) O Ministério Público de la, tem um GTracismo, grupo de trabalho onde os Promotores dão Combate ao Racismo Institucional e tem até publicações mensais sobre as diversas ações. Em SERGIPE, quando teremos um manifesto deste. Quando os nossos Poderes deterão seus próprios Poderes? Vamos Fazer Denuncias aos Organismos Internacionais. Que diz Valença ?
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Severo:

O Exemplo marcante do Racismo Institucional é o CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA QUE NÃO ACEITA A PARTICIPAÇÃO DO NEGRO. Pode ser percebido na estrutura de seu Regimento, na medida em que o Negro e o Indio alí não são representados
Pode uma Instituição que tem o dever legal de garantir os direitos de todos, ser RACISTA?
Vamos Denunciar ao Presidente LULA e na próxima Eleição, dar um basta nisso.
mandem E-mail para o Palácio da Alvorada.
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Severo:

Sergipe precisa de um Ministério Público Combatendo o Racismo Institucional.
Com a Palavra talvés a Corregedoria de Justiça.
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Severo:
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Mídia - Educação - Saúde - Emprego - Justiça- Cultura e Segurança, os maiores Indicadores e Agentes do Racismo em Sergipe. Locais estratégicos dos CONSERVADORES que não aceitam a Expressão e Potencialidade do Negro Sergipano.
Vamos Combater na próxima Eleição.
enviar recado cancelar apagar 08:50 (1 hora atrás)
Severo:
Sergipe é o Estado mais Negro e o mais Racista da Federação Brasileira.
Um Estado Negro, sem Cultura Negra.
Viceja os Intelectuais canavieiros a serviços dos usineiros de
Mentalidade Escrava.
Os Intelectuais Chapas Brancas e de Alugueis.
São Iintelectuais que não liberam jamais.
Não tem espiritos público, são amigos do poder
]Desprezados e odiados pelos Senhores de Canaviais.
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SEREIA DOS MARES:

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enviar recado cancelar apagar 06:32 (3 horas atrás)
Severo:

Para Combater os Racistas. " SEVERO D'ACELINO GOVERNADOR" - Sergipe não pode continuar sendo o Estado mais Racista do Brasil. Vamos Combater os Racistas para diminuir o Racismo. Institucional - Doméstico - Educacional - Profissional - Politico - Social - Religioso-Econômico - Midiático etc e diminuir as Desigualdades. Vote !!! Severo D'Acelino - Governador - Na próxima eleição diiga não ao RACISMO.
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Severo:
RESISTENCIA NEGRA.

Vamos Combater o Racismo nosso de Todos os Dias.
Na próxima Eleições Um Candidato que Combata os Racistas dentro e fora do Governo.
" Para que Ninguem seja perseguido, discriminado e tenha seus Direitos Violados. É Necessário que o PODER detenha o Próprio PODER"
Severo D'Acelino Governador - Abaixo os Racistas Chapas Brancas
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SEREIA DOS MARES: